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Família Bolsonaro

Ex-escrivão Eduardo Bolsonaro

Mandado de prisão em abertoCondenadoNa imprensa ×5Coação no curso do processoDifamaçãoIndenização: MisoginiaIncitação ao crime (art. 286 do Código Penal)

Filho 03 de Jair Bolsonaro

Verbete do arquivo bolsonaros.com · cada afirmação aponta para a fonte

Filho de Jair Bolsonaro, nascido em 10/07/1984 em Resende (RJ). Escrivão da Polícia Federal entre 2010 e 2015, segundo a biografia oficial da Câmara. Eleito deputado federal por São Paulo em três legislaturas (2015–2019 pelo PSC, 2019–2023 pelo PSL, 2023–2027 pelo PL). Licenciou-se do mandato a partir de 20/03/2025 e permaneceu nos Estados Unidos; reassumiu formalmente em 20/07/2025 e teve a perda do mandato declarada pela Mesa Diretora da Câmara em 18/12/2025, por faltas a um terço das sessões deliberativas (art. 55, III e § 3º, da Constituição). Em 18/09/2026 foi demitido do cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de cargo (portaria do ministro da Justiça publicada no DOU de 21/09/2026). Em 16/06/2026 foi condenado pela 1ª Turma do STF por coação no curso do processo (AP 2782) a 4 anos e 2 meses de reclusão em regime inicial semiaberto; a condenação transitou em julgado em 03/10/2026, e o mandado de prisão foi expedido em 08/10/2026, por decisão do relator de 07/10/2026.

Ver o mapa interativo: casos, pessoas e relações →

Última conferência: 13 out. 2026 ·

Cargos e mandatos

  1. Escrivão de Polícia Federal — Polícia Federal

    2010 – 21 set. 2026 · A biografia da Câmara registra lotações em Guajará-Mirim (RO), Guarulhos (SP), São Paulo (SP) e Angra dos Reis (RJ) entre 2010 e 2015. Demitido por abandono de cargo pela Portaria de Pessoal nº 135, de 18/09/2026, do ministro da Justiça e Segurança Pública, publicada no DOU de 21/09/2026 (Seção 2, p. 47). Em 16/06/2026, o acórdão da AP 2782 também declarou a perda do cargo como efeito da condenação, e a decisão de 07/10/2026 pediu à PF a declaração administrativa dessa perda.

  2. Deputado federal por São Paulo (55ª legislatura) — Câmara dos Deputados (PSC)

    1 fev. 2015 – 31 jan. 2019 · Mudança do PSC para o PSL comunicada à Secretaria-Geral da Mesa em 27/03/2018.

  3. Deputado federal por São Paulo (56ª legislatura) — Câmara dos Deputados (PSL)

    1 fev. 2019 – 31 jan. 2023 · Filiação ao PL registrada em 2022 pela biografia da Câmara.

    • primáriaCâmara dos Deputadosfichaseção Mandatos: Deputado Federal, 2019-2023, SP, PSL; seção Filiações Partidárias: PL, 2022
  4. Deputado federal por São Paulo (57ª legislatura) — Câmara dos Deputados (PL)

    1 fev. 2023 – 18 dez. 2025 · Líder da Minoria de 21/03/2023 a 20/02/2024. Afastado a partir de 20/03/2025 (2 dias de licença para tratamento de saúde e 120 dias para tratar de interesse particular); reassumiu em 20/07/2025. Perda do mandato declarada pelo Ato da Mesa nº 229, de 18/12/2025, por ausência a um terço das sessões deliberativas da sessão legislativa (art. 55, III e § 3º, CF). O suplente Missionário José Olimpio (PL-SP), em exercício desde 23/03/2025, foi efetivado.

Escândalos: principais episódios documentados

  • "Abin paralela": Carlos Bolsonaro, indiciado pela PF e não denunciado, tem caso enviado à Justiça Federal; STF arquiva quanto a Jair, já condenado na AP 2668 — Nenhuma menção localizada no relatório final da PF nem na decisão de 20/07/2026

    A Petição 11.108 do STF, aberta em março de 2023, apurou o uso pela Abin, no governo Jair Bolsonaro, do sistema First Mile, que localizava celulares sem ordem judicial, e de outras estruturas da agência para monitorar adversários. Em 12/06/2025 a Polícia Federal concluiu que houve uma organização criminosa comandada pelo então diretor-geral Alexandre Ramagem e indiciou 36 pessoas, entre elas o vereador Carlos Bolsonaro, por organização criminosa; Jair Bolsonaro, apontado pela PF como "principal destinatário", não foi indiciado porque já respondia à ação penal da trama golpista. A PGR não ofereceu denúncia e, em 20/07/2026, o relator Alexandre de Moraes arquivou a investigação quanto a Jair Bolsonaro e Ramagem, condenados na AP 2668 por fatos que incluíam a "Abin paralela" (Jair Bolsonaro foi condenado pela 1ª Turma do STF em 11/09/2025, na ação da trama golpista, com trânsito em julgado declarado em 25/11/2025; para Ramagem, ver o procedimento da AP 2668), e remeteu à Justiça Federal a apuração sobre Carlos e outros 27 indiciados, cuja situação não foi localizada em 14/10/2026. Flávio Bolsonaro aparece no relatório como suposto beneficiário de um dos episódios, sem ser investigado; não se localizou menção a Eduardo Bolsonaro no relatório nem na decisão de 20/07/2026.

  • Jair e Eduardo Bolsonaro e o governo de Israel: promessa de embaixada em Jerusalém, escritório comercial e visitas com Netanyahu (2018–2024) — deputado federal (PSL-SP); tratou da embaixada com Jared Kushner (nov/2018) e participou da inauguração do escritório em Jerusalém (15/12/2019)

    Presidente eleito, Jair Bolsonaro disse ao jornal Israel Hayom (01/11/2018) que pretendia transferir a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém, e dias depois afirmou que a mudança "não está decidida". O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou o Brasil em dezembro de 2018 e esteve na sessão de posse. Na visita oficial a Israel (31/03–02/04/2019), Bolsonaro anunciou um escritório brasileiro de promoção comercial em Jerusalém, em vez da embaixada, e visitou o Muro das Lamentações com Netanyahu; a Autoridade Palestina convocou seu embaixador no Brasil. O escritório, administrado pela Apex-Brasil, foi inaugurado em 15/12/2019 com Netanyahu e Eduardo Bolsonaro. Em abril de 2019, o presidente de Israel, Reuven Rivlin, criticou declaração de Bolsonaro de que o Holocausto poderia ser perdoado. A embaixada não foi transferida: em 2026 o Itamaraty mantém a Embaixada do Brasil em Tel Aviv. Em 25/02/2024, apoiadores levaram bandeiras de Israel a ato de Bolsonaro na Avenida Paulista, o que o Instituto Brasil-Israel criticou.

  • Jair e Eduardo Bolsonaro e o governo Trump: visitas, acordos, apoio eleitoral e posições externas (2018–2025) — deputado federal (PSL-SP, depois PL-SP); viagem a Washington em nov/2018; anunciado por Jair como escolhido para a embaixada em Washington (jul/2019), desistiu em 22/10/2019; presente na posse de Trump em 2025 (fora do Capitólio)

    Entre 2018 e 2022, Jair Bolsonaro e o filho Eduardo aproximaram publicamente o governo brasileiro do governo de Donald Trump: Eduardo usou boné "Trump 2020" em Washington (nov/2018); Jair decretou a dispensa unilateral de visto para americanos (16/03/2019) e foi recebido na Casa Branca (19/03/2019), onde anunciou a renúncia gradual ao tratamento especial e diferenciado na OMC e uma cota de trigo sem tarifa, enquanto Trump anunciou a intenção de designar o Brasil aliado extra-OTAN (designação feita em 31/07/2019). Jair anunciou que queria Eduardo como embaixador em Washington (11/07/2019); Eduardo desistiu em 22/10/2019. Jair declarou torcer pela reeleição de Trump (20/10/2020), reconheceu a vitória de Joe Biden 38 dias após a eleição e, em 06/01/2021, disse haver "muita denúncia de fraude" na eleição americana. O Brasil votou com EUA e Israel contra a resolução anual da ONU sobre o embargo a Cuba (07/11/2019). No mesmo período, o governo fechou acordos com a China, que o Poder360 descreve como maior parceira comercial do país, e a Anatel aprovou o edital do 5G sem restrição à Huawei. Em 2025, Jair posou com boné "Make America Great Again"; as sanções americanas de 2025 estão no dossiê próprio.

  • Banco Master e o filme "Dark Horse": recursos de Daniel Vorcaro para a cinebiografia de Jair Bolsonaro (2024–2026) — ex-deputado federal; assinou contrato de produção executiva (2024); citado pela PF e pela PGR na estruturação dos recursos nos EUA; apontado como alvo da investigação pela Agência Brasil; nega ter recebido recursos

    Flávio Bolsonaro negociou com Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, o financiamento de "Dark Horse", filme sobre Jair Bolsonaro: um contrato de US$ 24 milhões, dos quais cerca de R$ 61 milhões foram pagos em 2025, por remessas da Entre Investimentos ao fundo Havengate, nos EUA, administrado pelo advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro. O BC liquidou o Master em 18/11/2025, e o STF decretou a prisão preventiva de Vorcaro em 03/03/2026, apontando "indícios consistentes" de gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro no banco. Desde 22/07/2026, Flávio é investigado no STF por suspeita de lavagem, evasão de divisas e corrupção ligadas ao filme. Nenhum documento oficial lido afirma que o dinheiro do filme é produto de crime: a origem e o destino dos recursos ainda estão sob investigação.

  • CPI da Pandemia: indiciamentos propostos a Jair, Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro e o destino de cada proposta — Então deputado federal; indiciamento proposto por incitação ao crime (art. 286); requerido na Pet 10.064, convertida em inquérito

    O relatório final da CPI da Pandemia, aprovado pela comissão em 26/10/2021, propôs indiciar Jair Bolsonaro por nove tipificações e Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro por incitação ao crime (art. 286 do CP). É conclusão de CPI, não acusação formal. Até 14/10/2026 não se localizou denúncia contra nenhum dos quatro com base nessas imputações. Duas apurações sobre Jair foram extintas em 2023 a pedido da PGR, com recurso pendente no Plenário do STF. Outras três seguem sem decisão de arquivamento visível. A apuração preliminar sobre incitação (Pet 10.064), que tem o pai e os três filhos entre os requeridos, foi convertida em inquérito sigiloso em 17/09/2025; a decisão de conversão cita crimes contra a administração pública, e o objeto do inquérito resultante não é público.

  • Eduardo Bolsonaro e as sanções dos EUA: condenação pelo STF por coação no curso do processo (2025–2026) — deputado federal licenciado e depois ex-deputado; investigado no Inq 4995, denunciado, réu e condenado na AP 2782 por coação no curso do processo (condenação transitada em julgado em 03/10/2026)

    Em março de 2025, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) licenciou-se do mandato e permaneceu nos EUA. Entre julho e setembro de 2025, o governo dos EUA revogou vistos de ministros do STF, impôs tarifa adicional de 40% a produtos brasileiros e aplicou a Lei Global Magnitsky a Alexandre de Moraes e à sua esposa (as designações da OFAC foram retiradas em 12/12/2025 e a tarifa adicional foi encerrada em 20/02/2026); os documentos americanos lidos justificam as medidas com a conduta de Moraes e a situação de Jair Bolsonaro e não mencionam Eduardo pelo nome. A PGR denunciou Eduardo e Paulo Figueiredo por coação no curso do processo em 22/09/2025, sustentando que eles se apresentavam como articuladores das sanções para evitar a condenação de Jair Bolsonaro. A 1ª Turma do STF recebeu a denúncia contra Eduardo (sessão virtual encerrada em 25/11/2025) e o condenou em 16/06/2026 (AP 2782) a 4 anos e 2 meses de reclusão em regime inicial semiaberto. A condenação transitou em julgado em 03/10/2026; em 07/10/2026 o relator determinou o início da execução e a expedição de mandado de prisão. A Câmara declarou a perda do mandato por faltas em 18/12/2025, e o Ministério da Justiça o demitiu do cargo de escrivão da PF por abandono de cargo em 18/09/2026.

  • Jair Bolsonaro, garimpo e mineração em terras indígenas: PL 191/2020, decretos de 2022, encontros com garimpeiros e a crise Yanomami (2019–2023) — deputado federal; votou a favor da urgência do PL 191/2020 em 09/03/2022

    Entre 2019 e 2022, Jair Bolsonaro defendeu publicamente a mineração e o garimpo em terras indígenas, recebeu garimpeiros diante do Planalto e do Alvorada e, em 2021, visitou uma área de garimpo na TI Raposa Serra do Sol. O governo enviou ao Congresso o PL 191/2020, que admitia a lavra garimpeira em terras indígenas (apresentado em 06/02/2020; urgência aprovada pela Câmara em 09/03/2022, com voto favorável de Eduardo Bolsonaro; retirado a pedido do governo seguinte em 2023), e Jair assinou em 11/02/2022 o decreto do programa de apoio à "mineração artesanal e em pequena escala", revogado em 01/01/2023. O STF determinou repetidas vezes, na ADPF 709, a proteção dos Yanomami e a retirada de garimpeiros. Em janeiro de 2023 o Ministério da Saúde declarou emergência em saúde pública pela "desassistência" aos Yanomami, a PF abriu inquérito para apurar possível genocídio e o ministro Barroso mandou apurar a possível participação de autoridades do governo Bolsonaro; até as fontes lidas, não há acusação formal. Bolsonaro chamou as críticas de "farsa da esquerda".

  • Imóveis da família Bolsonaro pagos com dinheiro vivo — deputado federal; dois apartamentos no Rio com parcelas pagas em espécie, segundo escrituras citadas pelo UOL; uma investigação de 2021 sobre uma dessas compras foi arquivada, segundo o Estadão

    Em 30/08/2022, em plena campanha, o UOL publicou levantamento dos repórteres Thiago Herdy e Juliana Dal Piva em escrituras e certidões de cartório: desde os anos 1990, Jair Bolsonaro, irmãos, os três filhos mais velhos, a mãe e duas ex-mulheres negociaram 107 imóveis, dos quais pelo menos 51 foram pagos total ou parcialmente em dinheiro em espécie, num total de R$ 13,5 milhões (R$ 25,6 milhões corrigidos pelo IPCA). Bolsonaro reagiu perguntando “qual é o problema” de comprar imóvel com dinheiro vivo e, dias depois, passou a dizer que a expressão “moeda corrente” das escrituras não indica dinheiro vivo — ponto em que entidades de cartórios lhe deram razão em parte e o UOL e a agência Aos Fatos o contestaram. Um desembargador do TJDFT mandou retirar as reportagens do ar a pedido de Flávio Bolsonaro; o ministro André Mendonça (STF) derrubou a ordem no dia seguinte. O mesmo ministro negou, em 2022, o pedido do senador Randolfe Rodrigues para investigar a família e arquivou, em 2023, pedido semelhante do deputado Reginaldo Lopes, por falta de justa causa. Comprar imóvel em dinheiro não é crime; ninguém foi denunciado por essas compras.

  • Inquéritos 4781 e 4874 do STF e CPMI das Fake News: Jair Bolsonaro investigado, sem denúncia localizada contra a família — Apontado pela deputada Joice Hasselmann, em depoimento à CPMI (04/12/2019), como "um dos líderes" do grupo; condição processual no Inq 4781 e no Inq 4874 não documentada em fonte pública

    O STF mantém dois inquéritos sobre ataques digitais às instituições: o Inq 4781, aberto em 2019 pela Presidência do Tribunal e sigiloso, e o Inq 4874, aberto em 2021 para apurar uma organização "de forte atuação digital", que o próprio STF chama de inquérito das "milícias digitais". Nenhum dos dois resultou, até 14/10/2026, em denúncia localizada contra integrante da família Bolsonaro. Jair Bolsonaro é investigado desde 04/08/2021 na Pet 9842, notícia-crime do TSE sobre o pronunciamento de 29/07/2021 contra as urnas, hoje apensada ao Inq 4874 e sem desfecho localizado. A expressão "gabinete do ódio" aparece em depoimento à CPMI das Fake News, em decisão do STF que a atribui a deputados, em relatório parcial da PF que a diz "autodenominada" pelos próprios integrantes e em notícia oficial do STF; a CPMI terminou sem aprovar relatório.

  • Trama golpista, núcleo 2: cinco réus condenados em definitivo e um absolvido na Ação Penal 2693 do STF — Arrolado como testemunha; oitiva indeferida pelo relator (decisão de 29/06/2025)

    O núcleo 2 da denúncia da PGR de fevereiro de 2025 reuniu seis acusados, entre eles dois ex-assessores da Presidência no governo Bolsonaro (Filipe Martins e Marcelo Câmara), o ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques e o general da reserva Mário Fernandes. A 1ª Turma do STF recebeu a denúncia em 22/04/2025 e, em 16/12/2025, por unanimidade, condenou cinco réus a penas de 8 anos e 6 meses a 26 anos e 6 meses e absolveu o delegado Fernando de Sousa Oliveira por insuficiência de provas. Para os cinco condenados, o trânsito em julgado foi declarado em 23/04/2026, e as penas estão em execução (EPs 215 a 219); a absolvição também transitou em julgado, em data que diverge entre documentos do STF.

Situação dos procedimentos

Agrupados por natureza. Cada grupo segue regras próprias e não deve ser somado aos outros; o número de procedimentos não indica culpa. A situação mostrada é a desta pessoa em cada procedimento, na data de verificação.

Esfera criminal

Inquéritos, denúncias, ações penais e seus recursos e incidentes. Investigação e denúncia não são condenação.

  • Ação Penal 2782 (coação no curso do processo — Eduardo Bolsonaro) Condenado (trânsito em julgado) Coação no processo

    Condenado em 16/06/2026 pela 1ª Turma, por unanimidade, por coação no curso do processo (art. 344 c/c art. 71 do CP) a 4 anos e 2 meses de reclusão em regime inicial semiaberto e 50 dias-multa de dois salários mínimos, com perda do cargo de escrivão da PF e comunicação ao TSE para fins de inelegibilidade. Embargos de declaração rejeitados (sessão virtual de 11 a 18/09/2026). Trânsito em julgado em 03/10/2026; em 07/10/2026 o relator determinou o início da execução, e o mandado de prisão foi expedido em 08/10/2026. Defesa pela Defensoria Pública da União. Reside nos EUA.

    Verificado em 14 out. 2026

  • Inquérito 4995 (atuação de Eduardo Bolsonaro nos EUA por sanções contra autoridades brasileiras) Réu (denúncia recebida)

    Denúncia por coação no curso do processo (art. 344 c/c art. 71 do CP) recebida por unanimidade pela 1ª Turma em sessão virtual de 14 a 25/11/2025 (acórdão no DJe de 01/12/2025); o caso seguiu como ação penal (AP 2782, autuada em 19/02/2026), na qual a condenação transitou em julgado em 03/10/2026 (ver stf-ap-2782).

    Verificado em 14 out. 2026

  • Procedimento vinculado ao Inq 5.026 (STF) — financiamento do filme Dark Horse Outra situação (ver ficha)

    A Agência Brasil diz que ele "também é alvo da investigação", como possível beneficiário. A PGR o cita na estruturação dos recursos. Não foi lido ato formal que o inclua como investigado.

    Verificado em 14 out. 2026

  • Petição 10.064 (STF) — apuração preliminar da PGR sobre incitação ao crime (art. 286) proposta pela CPI da Pandemia, convertida em inquérito Outra situação (ver ficha) Incitação ao crime

    Requerido na Pet 10.064, convertida em inquérito policial em 17/09/2025. Sem denúncia localizada em 14/10/2026. Situação no inquérito sigiloso não visível.

    Verificado em 14 out. 2026

  • Queixa-crime de Tabata Amaral contra Eduardo Bolsonaro por difamação (STF) Condenado (cabe recurso) Difamação

    Condenado em 25/09/2026, por 7 votos a 3, por difamação (art. 139 do CP) contra a deputada Tabata Amaral, por publicação de 2021 que associava o projeto dela sobre distribuição de absorventes a lobby de uma empresa. Pena de um ano de detenção e multa de mais de R$ 80 mil; o relator negou a substituição por pena restritiva de direitos por estar o réu "em local incerto e não sabido". Mendonça, Fux e Nunes Marques votaram pela absolvição.

    Verificado em 15 out. 2026

Comissões parlamentares de inquérito

Conclusões e pedidos de indiciamento de CPI não são acusação formal nem decisão judicial.

Esfera cível, administrativa e de controle

Ações de improbidade, processos administrativos, disciplinares e auditorias. Não são processos criminais.

Cronologia

  1. 9 out. 2026 — A PF pede ao Ministério da Justiça cooperação com os EUA para rastrear o dinheiro enviado ao Havengate, segundo a CNN. Fato documentado

    Dossiê: Banco Master e o filme "Dark Horse": recursos de Daniel Vorcaro para a cinebiografia de Jair Bolsonaro (2024–2026)

    • CNN Brasilficha1º parágrafo; trecho: "A PF (Polícia Federal) acionou nesta sexta-feira (9) o Ministério da Justiça e Segurança Pública para solicitar cooperação com os Estados Unidos"
  2. 9 out. 2026 — Despacho no Inq 4781 (publicado em 14/10/2026) registra que "a análise dos procedimentos permanece em andamento". Fato documentado

    Dossiê: Inquéritos 4781 e 4874 do STF e CPMI das Fake News: Jair Bolsonaro investigado, sem denúncia localizada contra a família

  3. 7 out. 2026 — Moraes declara o trânsito em julgado e determina o início da execução da pena em regime semiaberto, a expedição de mandado de prisão, a declaração administrativa da perda do cargo pela PF, a execução da multa, o cancelamento dos passaportes e a comunicação ao TSE (suspensão dos direitos políticos). A decisão foi divulgada em 08/10/2026, quando o mandado de prisão foi expedido; em 13/10/2026 foi autuada a Execução Penal nº 243. Decisão judicial

    Dossiê: Eduardo Bolsonaro e as sanções dos EUA: condenação pelo STF por coação no curso do processo (2025–2026)

    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichapp. 6–7: "DECLARO O TRÂNSITO EM JULGADO DA AÇÃO PENAL"; itens 1 a 4; "Brasília, 7 de outubro de 2026"
    • primáriaPortal do STFficha08/10/2026: "Mandado 6437/2026. Mandado de Prisão"; 13/10/2026: "Autuada a EP nº 243"
    • Agência Brasilfichaparáfrase: mandado de prisão e cancelamento dos passaportes
  4. 6 out. 2026 — No Inq 4.888, o presidente do STF, Edson Fachin, dá 5 dias à PGR para ratificar ou não o pedido de arquivamento de 2023. Decisão judicial

    Dossiê: CPI da Pandemia: indiciamentos propostos a Jair, Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro e o destino de cada proposta

  5. 4 out. 2026 — Carlos Bolsonaro é eleito senador por Santa Catarina (PL), segundo a Agência Senado. Fato documentado

    Dossiê: "Abin paralela": Carlos Bolsonaro, indiciado pela PF e não denunciado, tem caso enviado à Justiça Federal; STF arquiva quanto a Jair, já condenado na AP 2668

    • primáriaSenado Notíciasficha§1: "Santa Catarina elegeu neste domingo (4) Carol de Toni e Carlos Bolsonaro"
  6. 3 out. 2026 — A condenação transita em julgado, conforme certidão da Secretaria Judiciária de 05/10/2026. Fato documentado

    Dossiê: Eduardo Bolsonaro e as sanções dos EUA: condenação pelo STF por coação no curso do processo (2025–2026)

  7. 18 set. 2026 — A 1ª Turma rejeita por unanimidade os embargos de declaração da defesa (sessão virtual de 11 a 18/09/2026); o acórdão é publicado em 22/09/2026. Decisão judicial

    Dossiê: Eduardo Bolsonaro e as sanções dos EUA: condenação pelo STF por coação no curso do processo (2025–2026)

  8. 18 set. 2026 — O ministro da Justiça e Segurança Pública demite Eduardo do cargo de escrivão de Polícia Federal por abandono de cargo (falta ao serviço por mais de 30 dias consecutivos), pela Portaria de Pessoal nº 135, publicada no DOU de 21/09/2026. Fato documentado

    Dossiê: Eduardo Bolsonaro e as sanções dos EUA: condenação pelo STF por coação no curso do processo (2025–2026)

Ver os 192 eventos na cronologia →

Pautas e posições

Registros documentados desta pessoa por pauta. O número de registros mede o acervo, não a conduta; pautas sem registro não significam ausência de atuação, apenas pesquisa não feita ou sem resultado nas fontes consultadas.

Cobertura da pesquisa: Não pesquisado (1) · Pesquisa parcial (1) · Registros localizados (4). Ver a matriz completa.

Declarações e checagens

Checagens

Declarações

Ver todas as 16 declarações na biblioteca →

Relações documentadas na rede

  • Paulo Figueiredo — Participação conjunta em episódio investigado (Político, recorrente, 2025 – set. 2025)

    A PGR denunciou Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo juntos, em 22/09/2025, por coação no curso do processo. No acórdão que condenou Eduardo (AP 2782, 16/06/2026, transitado em 03/10/2026), o voto do relator afirma que ele, "atuando em conjunto com PAULO RENATO DE OLIVEIRA FIGUEIREDO FILHO", promoveu campanha internacional de intimidação contra o STF, e registra nota conjunta dos dois divulgada em 09/07/2025, na qual reconhecem a autoria das articulações que resultaram nas sanções. A parte de Figueiredo foi desmembrada e não foi julgada.

    Depois que os fatos vieram a público: Nota conjunta e atuação descritas são de 2025, antes e durante a investigação; relação após a condenação de Eduardo não verificada.

    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichap. 1: denúncia "em face de EDUARDO NANTES BOLSONARO e PAULO RENATO DE OLIVEIRA FIGUEIREDO FILHO"
    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichap. 66 (voto do relator): "o réu, atuando em conjunto com PAULO RENATO DE OLIVEIRA FIGUEIREDO FILHO, promoveu verdadeira campanha internacional de intimidação"; p. 74: "nota conjunta divulgada em 9/7/2025 pelo réu e por PAULO FIGUEIREDO"

Ver a rede de relações completa →

Saiu na imprensa

Investigações e relações noticiadas, atribuídas a cada veículo. Notícia não é acusação formal nem condenação.

  • Investigação da PF noticiadaBanco MasterDark Horse12 set. 2026

    Relatório da PF mostra cobranças de Flávio a Vorcaro e papel de Eduardo na gestão dos recursos nos EUA

    Segundo a Agência Brasil, que teve acesso ao relatório da PF tornado público com o levantamento do sigilo, Flávio Bolsonaro pediu R$ 131 milhões a Vorcaro para o filme, dos quais R$ 60 milhões teriam sido pagos, e cobrou parcelas atrasadas; em 16/11/2025 escreveu: "Irmão, estou e estarei contigo sempre". A CNN publicou a cronologia de mensagens, incluindo captura de tela em que Eduardo Bolsonaro dá instruções sobre a gestão dos recursos nos EUA. O Poder360 registra que, para a PF, o Havengate ficou "operacionalmente inerte por quase 4 anos" antes de receber o dinheiro, o que contraria a versão de Flávio de que o fundo foi criado para o filme.

    Flávio Bolsonaro (interlocutor de Vorcaro, segundo a PF; investigado) · Daniel Vorcaro (financiador) · Thiago Miranda (intermediário) · Fabiano Zettel (operou pagamentos, segundo a PF) · Paulo Calixto (administrador do Havengate)

    Procedimento: stf-inq-5026-dark-horse

    • Agência Brasil (EBC)fichatrecho: "Segundo a PF, Flávio pediu R$ 131 milhões a Vorcaro para a produção do filme, dos quais R$ 60 milhões teriam sido pagos."; "Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente."
    • CNN Brasilfichatrecho: "No dia 21, Thiago cobra um posicionamento de Vorcaro e envia uma captura de tela de uma conversa com Eduardo. Nela, o ex-deputado federal dá instruções sobre como os recursos poderiam ser geridos dentro dos Estados Unidos."
    • Poder360fichatrecho: "O fundo permaneceu juridicamente ativo, mas operacionalmente inerte por quase 4 anos"; "O Havengate é administrado por Paulo Calixto, advogado de imigração do ex-deputado Eduardo Bolsonaro"
  • Investigação da PF noticiadaBanco MasterDark Horse9 set. 2026

    Mendonça homologa delação do dono da Entre, que fez as remessas ao Havengate

    Segundo a Banda B, o ministro André Mendonça homologou em 09/09/2026 a delação premiada do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, dono da Entre Investimentos. Segundo a CartaCapital, ele relatou ter feito sete transferências ao Havengate, a pedido de Vorcaro, somando US$ 12,3 milhões; a PGR afirmou que Eduardo Bolsonaro "teria colocado à disposição" a estrutura ligada ao fundo. O conteúdo da delação não é público.

    Antônio Carlos Freixo Júnior (colaborador com delação homologada) · Daniel Vorcaro (pediu as transferências, segundo o colaborador)

    Procedimento: stf-inq-5026-dark-horse

    • Banda Bfichatrecho: "homologou nesta quarta-feira (9) a delação premiada do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior"
    • CartaCapitalfichatrecho: "ele fez sete transferências para o Havengate, a pedido de Vorcaro, que somaram 12,3 milhões de dólares"; "Segundo a PGR, Eduardo teria colocado à disposição a estrutura ligada ao Havengate para viabilizar a operação dos recursos"
  • Investigação da PF noticiadaBanco MasterDark Horse20 mai. 2026

    PF estuda como pedir aos EUA a quebra de sigilo do fundo Havengate

    Segundo a CNN Brasil, a PF avaliava qual meio jurídico usar para pedir às autoridades dos Estados Unidos acesso aos dados do fundo Havengate, que teria recebido parte dos recursos de Vorcaro para o filme; uma das linhas de investigação é verificar se parte do dinheiro bancou despesas de Eduardo Bolsonaro nos EUA, porque um dos responsáveis legais do fundo é Paulo Calixto, advogado de Eduardo. Em 09/10/2026, segundo a CNN, a PF acionou o Ministério da Justiça para pedir cooperação aos EUA; Eduardo nega ter recebido recursos de Vorcaro ou do fundo.

    Paulo Calixto (responsável legal do Havengate, segundo a CNN) · Daniel Vorcaro (origem dos repasses)

    Procedimento: stf-inq-5026-dark-horse

    • CNN Brasilfichatrecho: "A PF avalia qual é o meio jurídico adequado para pedir às autoridades dos Estados Unidos o acesso aos dados do fundo Havengate"; "tem como um dos responsáveis legais Paulo Calixto, advogado de Eduardo"
    • CNN Brasilfichatrecho: "acionou nesta sexta-feira (9) o Ministério da Justiça e Segurança Pública para solicitar cooperação com os Estados Unidos"; "O ex-deputado nega ter recebido recursos de Vorcaro ou do fundo."
  • Apuração jornalísticaBanco MasterDark Horse16 mai. 2026

    Fundo ligado ao advogado de Eduardo Bolsonaro e gerido por ex-secretário de Bolsonaro comprou casa em Arlington (Texas)

    A Folha de S.Paulo revelou, e o Estadão confirmou em registros de imóveis do Texas, segundo a Band, que o Mercury Legacy Trust, ligado às empresas do advogado Paulo Calixto (responsável pela imigração de Eduardo Bolsonaro e administrador do fundo Havengate) e gerido pelo ex-secretário do governo Bolsonaro André Porciúncula, comprou em 27/02/2026 uma casa em Arlington, cidade onde Eduardo vive. Segundo o Brasil de Fato, citando a Folha, a PF investiga se a estrutura no Texas foi usada para burlar bloqueios judiciais contra Eduardo. Porciúncula disse que a compra "não tem nada a ver com Eduardo"; Eduardo chamou a investigação de "tola", segundo o Brasil de Fato. Calixto não respondeu.

    Paulo Calixto (advogado de imigração de Eduardo; o trust aparece como membro de empresa dele (Calixsan Capital Management), segundo a Band; não respondeu) · André Porciúncula (gestor do Mercury Legacy Trust, segundo o documento de venda citado pela Band; nega relação com Eduardo) · Flávio Bolsonaro (admitiu à Folha ter pedido os recursos a Vorcaro e negou que tenham sustentado o irmão, segundo o Brasil de Fato)

    Procedimento: stf-inq-5026-dark-horse

    • Band (conteúdo Estadão)fichatrecho: "A transação foi revelada pela Folha de S.Paulo e confirmada pelo Estadão em consulta a registros de imóveis no Texas"; "O responsável pela compra da casa em Arlington foi o fundo Mercury Legacy Trust, que aparece como um dos membros de uma empresa de gestão de capital pertencente a Calixto: a Calixsan Capital Management."; "não tem nada a ver com Eduardo, fundo ou qualquer coisa relacionada ao filme"; "foi efetivada no dia 27 de fevereiro deste ano"
    • Brasil de Fatofichatrecho: "A Polícia Federal (PF) investiga se uma complexa estrutura financeira montada no estado do Texas, nos Estados Unidos, foi utilizada para lavar dinheiro e burlar bloqueios judiciais impostos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL)."; "Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais para classificar a investigação da PF como 'tola'."
    • Diario de Pernambucofichatrecho: "consta nos documentos como responsável pela assinatura de compra no imóvel no Texas"
  • Apuração jornalísticaBanco MasterDark Horse13 mai. 2026

    Intercept revela que Flávio Bolsonaro negociou com Vorcaro US$ 24 milhões para o filme Dark Horse

    Segundo o Intercept Brasil, conforme resumo da CNN Brasil, o senador Flávio Bolsonaro negociou diretamente com Daniel Vorcaro um repasse de US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para o filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro; documentos mostram que pelo menos US$ 10,6 milhões (cerca de R$ 61 milhões) foram pagos entre fevereiro e maio de 2025. Em nota, Flávio disse ter buscado "patrocínio privado", que conheceu Vorcaro em dezembro de 2024 e que não recebeu dinheiro nem ofereceu vantagens. Eduardo Bolsonaro disse, em vídeo citado pelo Diario de Pernambuco, que quem afirma que ele recebeu dinheiro de Vorcaro "é mentiroso".

    Flávio Bolsonaro (negociou o financiamento com Vorcaro, segundo o Intercept; nega irregularidade) · Daniel Vorcaro (financiador do filme, segundo o Intercept) · Jair Bolsonaro (tema do filme; nenhuma fonte lida o aponta como investigado no caso)

    Procedimento: stf-inq-5026-dark-horse

    • CNN Brasilfichatrecho: "negociou um repasse de US$ 24 milhões, cerca de R$ 134 milhões, diretamente com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro"; "Documentos mostram que pelo menos US$ 10,6 milhões, cerca de R$ 61 milhões, foram pagos entre fevereiro e maio de 2025 em seis transferências bancárias para financiar o projeto."; "Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024"
    • InfoMoneyfichatrecho: "É dinheiro privado, dinheiro privado, dinheiro privado"
    • Diario de Pernambucofichatrecho: "Quem fala que Eduardo Bolsonaro recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro é mentiroso."

Histórico

  1. 14 out. 2026 — correção: antes «a condenação foi declarada transitada em julgada e teve mandado de prisão expedido em 08/10/2026, segundo a Agência Brasil» / depois «transitou em julgado em 03/10/2026, e o mandado de prisão foi expedido em 08/10/2026, por decisão do relator de 07/10/2026» — motivo: certidão e decisão lidas no portal do STF.
  2. 14 out. 2026 — correção: antes cargo de escrivão com fim «2026-09» e «portaria não lida» / depois fim em 21/09/2026 (publicação da Portaria de Pessoal nº 135, de 18/09/2026, no DOU) — motivo: portaria lida no DOU.
  3. 14 out. 2026 — Foto oficial com licença livre acrescentada (crédito na página).
  4. 15 out. 2026 — Nome público definido como "Eduardo Bolsonaro" (nome pelo qual a pessoa é conhecida e buscada; o nome completo segue em "nome").
  5. 15 out. 2026 — Trajetória partidária completada (PSC › PSL › UNIÃO › PL) com a candidatura de 2014 no TSE e o histórico da Câmara.