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Família Bolsonaro

Rogéria Bolsonaro

Esposa 01 de Jair Bolsonaro

Quando tinha 37 anos, foi trocada por uma mais nova, de 30: Cristina Bolsonaro.

Verbete do arquivo bolsonaros.com · cada afirmação aponta para a fonte

Primeira esposa de Jair Bolsonaro (casamento de 1978 a 1997) e mãe de Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro. Foi vereadora do Rio de Janeiro por dois mandatos, eleita em 1992 e em 1996 (nesta, pelo PPB, segundo o TSE). Na eleição de 2000, candidata pelo PMDB, ficou como suplente, enquanto o filho Carlos se elegeu vereador. Voltou a ficar como suplente em 2020 (vereadora do Rio, Republicanos) e em 2026 (deputada federal pelo Rio de Janeiro, PL).

Ver o mapa interativo: casos, pessoas e relações →

Última conferência: 14 out. 2026 ·

Família

  • Foi a primeira esposa de Jair Bolsonaro, de 1978 a 1997; o casamento terminou em divórcio. É mãe dos três filhos mais velhos dele: Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro.

    • Estado de Minasficha6º parágrafo: "Bolsonaro também foi casado três vezes. A primeira, com Rogéria Bolsonaro, mãe dos três filhos mais velhos do ex-presidente, de 1978 a 1997."
    • InfoMoney (republicação de O Globo)fichaparágrafo "Um dos casos mais emblemáticos": "Divorciado da vereadora carioca Rogéria"
    • O Hojeficha3º parágrafo: "Rogéria Bolsonaro, sua primeira esposa, é mãe de Carlos, Flávio e Eduardo"
  • Na eleição municipal de 2000, disputou a reeleição para vereadora do Rio pelo PMDB e ficou como suplente, enquanto o filho Carlos, candidato pelo PPB com o nome de urna "JAIR BOLSONARO", foi eleito. O Globo relata que Jair Bolsonaro colocou Carlos "para concorrer contra a própria mãe".

  • A candidatura a deputada federal em 2026 foi confirmada nas redes sociais pelo filho Flávio Bolsonaro, então candidato do PL à Presidência; antes, ela havia sido anunciada como primeira suplente na chapa do PL ao Senado no Rio, composição de que desistiu.

    • Congresso em Focofichaparágrafos 5 e 6: "Flávio Bolsonaro também usou as redes sociais para confirmar e comemorar a entrada da mãe na disputa"; "Rogéria chegou a ser cotada para ocupar a primeira suplência na chapa de Márcio Canella (União-RJ) ao Senado, mas desistiu da composição"
    • SBT Newsficha1º parágrafo: "Rogéria Bolsonaro será a primeira suplente ao Senado na chapa lançada pelo Partido Liberal (PL) no Rio de Janeiro"

Casamentos e filhos de Jair Bolsonaro →

Cargos e mandatos

  1. Vereadora do Município do Rio de Janeiro — Câmara Municipal do Rio de Janeiro

    1993 – 2000 · Dois mandatos, das eleições de 1992 e de 1996. Em 1996 foi eleita pelo PPB (base de candidaturas do TSE); o partido de 1992 não foi conferido, porque o arquivo de 1992 do TSE não estava disponível. O período 1993–2000 é o informado pelo SBT News; atos de posse e de término da Câmara Municipal não foram consultados.

    • primáriaTSE — dados abertos (cdn.tse.jus.br)fichaconsulta_cand_1996_RJ.csv: ROGERIA NANTES BRAGA BOLSONARO, VEREADOR, RIO DE JANEIRO, PPB, ELEITO
    • InfoMoney (republicação de O Globo)fichaparágrafo "Um dos casos mais emblemáticos": "Divorciado da vereadora carioca Rogéria, eleita em 1992 e 1996 com sobrenome do marido"
    • SBT Newsfichaúltimo parágrafo: "Ela exerceu dois mandatos como vereadora no Rio, entre 1993 e 2000."
    • Congresso em Focofichapenúltimo parágrafo: "Rogéria já exerceu dois mandatos como vereadora do Rio de Janeiro e tentou retornar à Câmara Municipal em 2020, mas não foi eleita."
  2. Cargo comissionado (CCDAL-4) no gabinete do deputado estadual Anderson Moraes (PSL) — Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj)

    2019 – atual ou não informado · Segundo a Folha de Pernambuco, que atribui a informação a uma coluna do Extra publicada na época da nomeação. Ato de nomeação, data de início e data de saída não foram consultados no Diário Oficial nem no portal da Alerj.

    • Folha de Pernambucofichaparágrafo "Em 2019, Rogeria Bolsonaro entrou num cargo comissionado na Assembleia Legislativa do Rio [...] O parlamentar era Anderson Moraes, do PSL. O cargo era um CCDAL-4"

Escândalos: principais episódios documentados

  • Imóveis da família Bolsonaro pagos com dinheiro vivo — primeira ex-mulher de Jair; apartamento comprado em 1996 descrito na escritura como pago em moeda “contada e achada certa”, segundo o UOL

    Em 30/08/2022, em plena campanha, o UOL publicou levantamento dos repórteres Thiago Herdy e Juliana Dal Piva em escrituras e certidões de cartório: desde os anos 1990, Jair Bolsonaro, irmãos, os três filhos mais velhos, a mãe e duas ex-mulheres negociaram 107 imóveis, dos quais pelo menos 51 foram pagos total ou parcialmente em dinheiro em espécie, num total de R$ 13,5 milhões (R$ 25,6 milhões corrigidos pelo IPCA). Bolsonaro reagiu perguntando “qual é o problema” de comprar imóvel com dinheiro vivo e, dias depois, passou a dizer que a expressão “moeda corrente” das escrituras não indica dinheiro vivo — ponto em que entidades de cartórios lhe deram razão em parte e o UOL e a agência Aos Fatos o contestaram. Um desembargador do TJDFT mandou retirar as reportagens do ar a pedido de Flávio Bolsonaro; o ministro André Mendonça (STF) derrubou a ordem no dia seguinte. O mesmo ministro negou, em 2022, o pedido do senador Randolfe Rodrigues para investigar a família e arquivou, em 2023, pedido semelhante do deputado Reginaldo Lopes, por falta de justa causa. Comprar imóvel em dinheiro não é crime; ninguém foi denunciado por essas compras.

Cronologia

  1. 20 nov. 2023 — É publicada no Diário de Justiça decisão de Mendonça que arquiva pedido do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) para que o STF determinasse à PGR a abertura de inquérito sobre as compras, por falta de indícios. Segundo o Estadão, a PGR não tinha outras investigações sobre o episódio. Arquivamento

    Dossiê: Imóveis da família Bolsonaro pagos com dinheiro vivo

  2. 27 set. 2022 — Randolfe recorre (agravo interno) e pede que Mendonça reconsidere ou leve o caso ao plenário do STF, segundo o SBT News. Fato documentado

    Dossiê: Imóveis da família Bolsonaro pagos com dinheiro vivo

  3. 24 set. 2022 — Mendonça nega o pedido de Randolfe Rodrigues para investigar Bolsonaro e familiares: “não há elementos probatórios suficientes (justa causa)”, e a reportagem seria “um conjunto de ilações e conjecturas”. Decisão judicial

    Dossiê: Imóveis da família Bolsonaro pagos com dinheiro vivo

  4. 23 set. 2022 — O ministro André Mendonça (STF), na Reclamação 55.991, derruba a decisão do TJDFT e permite que o UOL recoloque as duas reportagens no ar, citando a ADPF 130 (liberdade de imprensa). Decisão judicial

    Dossiê: Imóveis da família Bolsonaro pagos com dinheiro vivo

  5. 22 set. 2022 — O desembargador Demetrius Gomes Cavalcanti, do TJDFT, atende a recurso da defesa de Flávio Bolsonaro e manda retirar do ar as reportagens do UOL, entendendo que usaram informações de investigação sigilosa anulada pelo STJ. Decisão judicial

    Dossiê: Imóveis da família Bolsonaro pagos com dinheiro vivo

  6. 12 set. 2022 — Em entrevista a podcasters evangélicos, Bolsonaro repete que “moeda corrente” pode ser “dinheiro vivo, cheque, DOC”; no dia seguinte, a agência de checagem Aos Fatos afirmou que ele “mentiu” ao pôr em dúvida a informação do UOL, argumento que diz já ter sido desmentido por oficiais de cartório e corretores. Declaração registrada

    Dossiê: Imóveis da família Bolsonaro pagos com dinheiro vivo

  7. 9 set. 2022 — O UOL publica as evidências imóvel a imóvel e reafirma o levantamento: cita normas de cartórios de SP (provimento 58/1989) e do RJ (desde 1999) que exigem declarar se o pagamento foi em dinheiro ou cheque, expressões como “contada e achada certa” e “em espécie”, entrevistas com vendedores e dados das investigações do MP-RJ. Fato documentado

    Dossiê: Imóveis da família Bolsonaro pagos com dinheiro vivo

  8. 8 set. 2022 — O Colégio Notarial do Brasil e a Anoreg-SP, ouvidos pelo site O Antagonista, afirmam que “moeda corrente contada e achada certa” é termo padrão e que, por ele, não dá para afirmar o meio de pagamento; o presidente da Anoreg-SP diz que “onde está escrito moeda corrente, portanto, não é necessariamente dinheiro em espécie”. Declaração registrada

    Dossiê: Imóveis da família Bolsonaro pagos com dinheiro vivo

    • primáriaIRIBfichatrechos da Assessoria do CNB-BR e de George Takeda

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Lacunas e limitações

  • Eleição de 1992: o arquivo de candidaturas de 1992 do TSE não estava disponível (download vazio em 14/10/2026); o partido e o resultado de 1992 estão sustentados só pela imprensa (O Globo, Folha de Pernambuco).
  • Atos de posse e de término dos mandatos de vereadora na Câmara Municipal do Rio (1993–2000) não consultados.
  • Cargo comissionado na Alerj (2019): ato de nomeação, período e exoneração não consultados em fonte oficial; informação atribuída à imprensa.
  • Votação de 2026: a Folha de Pernambuco fala em 65 mil votos; o número não foi conferido no arquivo de resultados do TSE (a base de candidaturas registra só a situação SUPLENTE).
  • Candidaturas entre 2002 e 2018: nenhuma linha com o nome dela foi encontrada nas bases do TSE de 2002 a 2018 lidas em 14/10/2026 (busca por "ROGERIA NANTES" no nome do candidato); filiações partidárias nesse intervalo não foram conferidas.
  • Nome de solteira não verificado.

Histórico

  1. 14 out. 2026 — Criação do registro (frente família; Foto do registro de candidatura de 2026 no TSE.
  2. 15 out. 2026 — Trajetória partidária (PPB › PMDB › REPUBLICANOS › PL) conferida na frente de trajetória partidária: as filiações sem data de início ganharam "desde" = ano da eleição registrada no TSE (a base não traz data de filiação).