Escândalo · Gabinetes, assessores e remunerações
A loja de chocolates de Flávio Bolsonaro e a suspeita de lavagem no caso da "rachadinha"
Desde 2015 Flávio Bolsonaro foi sócio, com um empresário, da Bolsotini Chocolates e Café, franqueada da Kopenhagen num shopping da Barra da Tijuca (Rio). Na investigação da "rachadinha" no antigo gabinete dele na Alerj, o Ministério Público do Rio suspeitou que a loja tivesse sido usada para dar aparência legal a dinheiro desviado: segundo reportagens, os promotores apontaram depósitos em dinheiro vivo desproporcionais ao faturamento, R$ 1,6 milhão de diferença entre 2015 e 2018 e, somada a compra da franquia, ao menos R$ 2,1 milhões sob suspeita. A loja foi alvo de busca e apreensão em 18/12/2019. A denúncia apresentada em 2020 deixou a loja de fora das imputações e citou a empresa como linha de investigação a continuar. Em fevereiro de 2021 a franquia foi devolvida ao grupo dono da marca. As provas do caso foram anuladas pelo STJ e pelo STF por motivos processuais, e a denúncia foi rejeitada em 2022 sem ter sido recebida. Flávio nega as acusações e diz que a loja foi comprada com recursos próprios declarados. Ninguém foi condenado.
O caso num quadro
Sem condenação criminal Suspeita do MPRJ de que a franquia de chocolates de Flávio serviu para lavar dinheiro da rachadinha; as provas foram anuladas e a denúncia rejeitada em 2022, sem julgamento sobre a loja.
Pessoas e instituições envolvidas

PPBPPPSCPSLsem partidoPATRIOTAPL

PTBPL

Contexto
A loja de chocolates é um capítulo da investigação do MPRJ sobre a suposta "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj (ver o dossiê principal). Tudo o que se sabe sobre a suspeita vem de reportagens que relataram pedidos e documentos sigilosos do Ministério Público; nenhum desses documentos foi lido para este dossiê. Suspeita do MP não é crime provado: a loja nunca foi objeto de denúncia, e a denúncia que existiu, sobre outros fatos, foi rejeitada em 2022 sem ter sido recebida, depois que o STJ e o STF anularam provas por motivos processuais (fundamentação, competência do juízo e forma de obtenção de relatórios do Coaf). Anulação de prova não é absolvição; também não houve exame de mérito sobre a loja. Fontes: Exame (Agência O Globo), A Gazeta, Jornal do Brasil (Folhapress), Jovem Pan e O Povo (Agência Estado), Poder360 e Folha de Pernambuco, todas generalistas, além das decisões judiciais já cadastradas no dossiê principal. Testemunhas e funcionários da loja não são identificados aqui.
Cronologia
Segundo as investigações relatadas pelo Estadão, a franquia Kopenhagen é adquirida em dezembro de 2014; a Bolsotini Chocolates e Café foi comprada por R$ 1 milhão em 2015, segundo a mesma reportagem. Flávio declarou no Imposto de Renda de 2014 ter colocado R$ 50 mil no negócio. Alegação atribuída
Flávio passa a ter 50% da franquia da Kopenhagen no Shopping Via Parque, na Barra da Tijuca; o outro sócio é um empresário (não nomeado aqui por ser pessoa privada sem acusação formal). Fato documentado
A 27ª Vara Criminal do Rio decreta a quebra dos sigilos bancário e fiscal de investigados no caso; segundo a Folha (via A Gazeta), a empresa da loja estava entre os alvos. Segundo a Exame, 96 pessoas e empresas foram alcançadas pela decisão. Um relatório do Coaf citado pela Folha descreve oito transferências da empresa a Flávio, somando R$ 120 mil, entre agosto de 2017 e janeiro de 2018. Decisão judicial
O MPRJ cumpre 24 mandados de busca e apreensão na investigação da "rachadinha", autorizados em 16/12 pelo juiz Flávio Itabaiana; um dos endereços é a loja Kopenhagen de Flávio. Segundo os pedidos de busca, revelados pela Crusoé e confirmados pela Folha, o MPRJ apontou a loja, imóveis e depósitos de um policial militar como possíveis meios de lavagem. Suspeita sob investigação
O desembargador Antônio Carlos Nascimento Amado (3ª Câmara Criminal do TJRJ) concede habeas corpus e suspende a investigação do MPRJ apenas em relação ao sócio de Flávio, cuja defesa alegou que ele não constava como investigado no PIC e não poderia ter sido alvo das buscas. A decisão vale “até ulterior decisão do Colegiado”; Flávio continua investigado. Decisão judicial
O Jornal Nacional divulga depoimento ao MPRJ do empresário que vendeu a franquia a Flávio: segundo ele, a loja vendia abaixo da tabela da Kopenhagen e emitia notas pelo preço cheio. A Kopenhagen confirmou à TV Globo que o caso foi punido com advertência e multa por contrariar o contrato. Alegação atribuída
Segundo o Estadão, os promotores suspeitam que ao menos R$ 2,1 milhões tenham sido "legalizados" pela loja: ao menos R$ 500 mil ocultados na aquisição e R$ 1,6 milhão movimentado na conta da empresa como vendas em dinheiro vivo. Os sigilos da Bolsotini, do sócio e do contador foram quebrados por decisão do juiz da 27ª Vara Criminal. Suspeita sob investigação
O MPRJ apresenta a denúncia do caso ao Órgão Especial do TJRJ (ajuizada em 19/10/2020, segundo o dossiê principal). Segundo o Estadão, a loja ficou de fora da peça; a denúncia ressalvou a continuidade das investigações sobre um possível núcleo financeiro “destinado, precipuamente, a lavar dinheiro por intermédio de laranjas e empresas como a Bolsotini Chocolates e Café Ltda”. Denúncia oferecida
O Grupo CRM, detentor da marca Kopenhagen, assume a operação da loja do Shopping Via Parque; a Bolsotini deixa de ser franqueada. O grupo disse que a transação foi informada ao MPRJ. A empresa continuava ativa na Receita Federal, com a loja fechada, segundo o Poder360 (04/02/2021). Fato documentado
- Poder360fichanota do Grupo CRM e trecho “No momento, a loja está fechada”
- Folha de Pernambucofichaparágrafos 1–3 (nota do shopping e do grupo)
A 5ª Turma do STJ anula, por falta de fundamentação, a decisão de 1º grau que quebrou os sigilos bancário e fiscal de mais de 90 pessoas físicas e jurídicas, e as provas dela obtidas (AgRg no RHC 125.461). Pelas datas e números, é a decisão de abril de 2019 que alcançou a empresa da loja; nenhuma fonte lida trata especificamente da loja nesse julgamento. Decisão judicial
- primáriaSupremo Tribunal Federal (cópia hospedada pela ConJur)fichapp. 1–3: ementa do AgRg no RHC 125.461, item 6, "julgado em 23/02/2021, DJe 08/03/2021"
- Examefichatrecho “96 pessoas e empresas foram alvo da decisão da 27ª Vara Criminal do Rio”
A 5ª Turma do STJ considera incompetente o juízo de 1º grau e anula as cautelares autorizadas pelo juiz da 27ª Vara Criminal e sua ratificação (EDcl no AgRg no RHC 135.206). A busca na loja foi autorizada por esse juízo; o alcance exato da nulidade sobre ela não foi confirmado em fonte primária. Decisão judicial
- primáriaSupremo Tribunal Federal (cópia hospedada pela ConJur)fichapp. 3–4: ementa, "julgado em 09/11/2021"; "anulação de todas as decisões e provas produzidas em primeira instância"
- Consultor Jurídico (ConJur)fichaparáfrase: nulidade das cautelares e da ratificação
- A Gazetafichatrecho “Itabaiana autorizou a operação na segunda-feira (16)”
O Órgão Especial do TJRJ rejeita a denúncia por falta de justa causa, sem recebê-la, a pedido do próprio Ministério Público, porque ela se apoiava em elementos reconhecidos como ilícitos pelo STJ. Segundo o TJRJ, a rejeição não impede o retorno das investigações. Decisão judicial
- primáriaTribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiroficha§§1–4: "rejeitou a denúncia"; "O próprio Ministério Público pediu a extinção da denúncia"; "não impede o retorno das investigações"
A 11ª Vara Cível de Brasília extingue ação em que Flávio pedia que o sócio prestasse contas da loja; segundo o juiz, com o fim da sociedade houve quitação entre as partes. Em novembro de 2023 o sócio ajuizara outra ação cobrando de Flávio R$ 1,47 milhão por divisão desigual de lucros e pagamentos sem reembolso, segundo o Estadão. A sentença foi publicada em 11/12/2023. Decisão judicial
O que está documentado
- Suspeita sob investigação · relato de reportagem sobre pedido sigiloso do MPRJ não lido
Segundo os promotores, citados pela Folhapress, desde que Flávio assumiu a franquia até 2018 os depósitos em dinheiro vivo na conta da loja equivaleram a cerca de 37,5% dos recebimentos por cartão (41,8% de 2015 a 2017), contra cerca de 20% segundo o antigo proprietário. Os créditos nas contas superaram em 25% o faturamento aferido pelos fiscais do shopping de 2015 a 2018, diferença de R$ 1,6 milhão. É suspeita da acusação; não foi examinada por nenhum juiz.
- Jornal do Brasilfichaparágrafos 3–6: percentuais, “aluguel de desempenho” e “a diferença chega a R$ 1,6 milhão”
- Suspeita sob investigação · relato de reportagem sobre pedido sigiloso do MPRJ não lido
Segundo o MPRJ, citado pela Folhapress, a entrada de dinheiro em espécie na loja coincidia com datas em que Fabrício Queiroz recolhia parte dos salários dos assessores; entre 22/11 e 07/12/2015, início do pagamento do 13º na Alerj, os depósitos em espécie chegaram a 92% do recebido por cartões.
- Jornal do Brasilfichaparágrafo 1 e trecho “os depósitos em espécie foram equivalentes a 92% do recebimento por cartões”
- Suspeita sob investigação · relato de reportagem sobre autos sigilosos não lidos; com a resposta de Flávio
Segundo as investigações relatadas pelo Estadão, a compra da loja (R$ 1 milhão) teria sido custeada integralmente por Flávio, com R$ 550 mil saídos da conta da mulher dele, que não é sócia formal; os investigadores suspeitam que o sócio tenha figurado inicialmente como "laranja" para simular divisão igual de custos, com ressarcimento posterior por distribuição desproporcional de lucros. Flávio afirma que os valores foram arcados pelos dois sócios.
- Denúncia oferecida · cruzamento de reportagens; denúncia não lida
A loja nunca foi objeto de imputação formal: segundo o Estadão, ficou de fora da denúncia de 2020, que apenas ressalvou a continuidade das investigações sobre a Bolsotini. Reportagens de 2021 (Poder360 e Folhapress, via Folha de Pernambuco) descrevem a suspeita sobre a loja ao lado da denúncia, o que pode sugerir o contrário; a íntegra da denúncia não foi lida.
- Decisão judicial · cruzamento com as decisões do dossiê principal
Não houve julgamento de mérito sobre a loja. As provas do caso foram anuladas por motivos processuais (STJ em 2021; STF, HC 201.965, em 30/11/2021) e a denúncia foi rejeitada em 2022 sem ter sido recebida. Anulação de provas não é absolvição, e o TJRJ afirmou que a rejeição não impede o retorno das investigações.
- primáriaTribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiroficha§§1–4
- primáriaSupremo Tribunal Federal (cópia hospedada pela ConJur)fichapp. 1–4 (ementas do STJ)
Alegações e seus autores
Ministério Público do Rio de Janeiro (pedido citado pela Folhapress), dez. 2019: Segundo o pedido, usar uma franquia dentro de um shopping para lavar dinheiro “não foi uma escolha sábia dos envolvidos”.
- Jornal do Brasilfichacitação atribuída ao Ministério Público, penúltimo bloco antes da defesa
Ministério Público do Rio de Janeiro (documento citado pelo Estadão), ago. 2020: O destino final dos recursos não seria o negócio, mas “dar aparência lícita ao produto do crime de peculato antes do ingresso formal dos valores no patrimônio pessoal do parlamentar”.
Empresário que vendeu a franquia (depoimento ao MPRJ divulgado pelo Jornal Nacional), 13 ago. 2020: A loja vendia produtos abaixo da tabela da Kopenhagen e registrava nas notas fiscais o valor cheio; no Natal de 2016, panetones de R$ 100 saíam por R$ 80.
Respostas dos envolvidos
- Manifestação da defesa
Frederick Wassef, 18 dez. 2019: Como advogado de Flávio, disse que a defesa não tivera acesso à medida cautelar, que a empresa “foi invadida”, mas que “não irão encontrar nada que o comprometa”, e que a operação “pode ter extrapolado os limites da cautelar”.
- A Gazetafichanota de Frederick Wassef no penúltimo parágrafo
- Jornal do Brasilfichatrecho “a operação pode ter extrapolado os limites da cautelar”
- Manifestação da defesa
Flávio Bolsonaro, 13 ago. 2020: A defesa disse ao Jornal Nacional que os promotores costumam “atacar a imagem pública” do senador e que a Procuradoria-Geral de Justiça deveria apurar violação de sigilo, já que o inquérito é sigiloso.
- Resposta pública
Flávio Bolsonaro, 20 ago. 2020: Nega ter cometido crime; afirma que todas as operações financeiras da loja são legais e fruto de recursos próprios declarados à Receita, que o dinheiro investido tem lastro em transação da época e que os valores foram arcados pelos dois sócios; acusa perseguição política. Os advogados não comentaram, citando o sigilo.
- Resposta não localizada na pesquisa
Flávio Bolsonaro, 4 fev. 2021: Não foi localizada manifestação de Flávio sobre a entrega da franquia: o Poder360 e a Folha de Pernambuco registraram ter procurado o gabinete e a assessoria, sem resposta até a publicação.
- Manifestação da defesa
Fabrício Queiroz, 18 dez. 2019: O advogado Paulo Klein disse que Queiroz recolhia parte dos salários de alguns assessores para ampliar a base de atuação do deputado, sem o conhecimento dele, e que isso não constituiria ilegalidade.
- Jornal do Brasilfichadeclarações do advogado Paulo Klein
Situação dos procedimentos
Procedimento Investigatório Criminal nº 2018.00452470 (MPRJ) — suspeita de 'rachadinha' no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj
Elementos colhidos no PIC declarados imprestáveis em relação a Flávio Bolsonaro (STF, HC 201.965, 30/11/2021, transitado em julgado em 09/04/2022). Decisões do juízo de 1º grau anuladas por incompetência (STJ, RHC 135.206, 09/11/2021). A denúncia derivada foi rejeitada em 16/05/2022. Não foi localizada fonte pública sobre reabertura de investigação criminal contra Flávio Bolsonaro até 14/10/2026.
- Flávio Bolsonaro Decisão anulada
- Fabrício Queiroz Outra situação (ver ficha)
RHC 125.461/RJ (STJ) — nulidade da quebra de sigilo bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro e outros
Julgado em 23/02/2021 (DJe 08/03/2021): anulada a decisão de quebra de sigilo bancário e fiscal e as provas dela obtidas (ementa transcrita no voto do HC 201.965).
- Flávio Bolsonaro Decisão anulada
RHC 135.206/RJ (STJ) — incompetência do juízo de 1º grau e nulidade de decisões da 27ª Vara Criminal no caso
Acórdão de 09/11/2021 (DJe 17/11/2021). Segundo a ConJur, o vice-presidente do STJ, Og Fernandes, admitiu em 17/04/2023 recurso extraordinário do MPRJ e o remeteu ao STF; número e desfecho do RE no STF não identificados (o processo não aparece na pesquisa pública por parte).
- Flávio Bolsonaro Decisão anulada
Denúncia do MPRJ contra Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e outros 15 ("caso das rachadinhas") — Órgão Especial do TJRJ
Denúncia rejeitada em 16/05/2022, sem recebimento e sem julgamento de mérito. Segundo reportagens de 27/02/2025 (Poder360 e Gazeta do Povo, com base na Folha de S.Paulo e em O Globo), o relator no STF, Gilmar Mendes, negou em 26/02/2025 recursos do MPRJ que buscavam reabrir o caso; os processos estão em segredo e a decisão não foi lida. Nenhuma nova denúncia criminal contra Flávio Bolsonaro localizada até 14/10/2026.
- Flávio Bolsonaro Outra situação (ver ficha)
- Fabrício Queiroz Outra situação (ver ficha)
Consequências comprovadas
- Fato documentado
Flávio e o sócio deixaram a franquia em 01/02/2021; a operação passou ao Grupo CRM, que informou a transação ao MPRJ.
- Fato documentado
A Kopenhagen aplicou advertência e multa à loja por venda abaixo da tabela, segundo confirmou à TV Globo.
Limitações e questões em aberto
- Nenhum pedido do MPRJ, depoimento, relatório do Coaf ou decisão sobre a loja foi lido; os números (R$ 1,6 milhão, R$ 2,1 milhões, percentuais, R$ 120 mil) vêm de reportagens que tiveram acesso a documentos sigilosos.
- Divergência: o Estadão (A Gazeta, 03/01/2021) diz que a loja ficou de fora da denúncia de 2020; o Poder360 (04/02/2021) usa “segundo a denúncia” ao citar a finalidade atribuída à loja. A íntegra da denúncia (290 páginas) não foi lida.
- Não há fonte que trate especificamente do efeito das anulações do STJ e do STF sobre as provas da loja; a ligação é um cruzamento de datas e juízos (quebra de abril de 2019 e busca de dezembro de 2019, ambas da 27ª Vara Criminal).
- Resultado do habeas corpus do sócio no colegiado da 3ª Câmara Criminal do TJRJ não localizado.
- Desfecho da ação de cobrança de R$ 1,47 milhão movida pelo sócio contra Flávio (2023) não localizado.
- Datas divergentes sobre a compra: “dezembro de 2014” (aquisição) e “2015” (compra por R$ 1 milhão) na mesma reportagem do Estadão; Flávio aparece como sócio “desde janeiro de 2015” (Folha, via A Gazeta).
- Por serem pessoas privadas, não foram registrados o nome do empresário que vendeu a franquia, de funcionários da loja nem do policial militar citado nos pedidos de busca. Também não foi registrada a alegação, feita pelo ex-dono em depoimento, de ameaças por mensagem atribuídas ao sócio, por não haver procedimento conhecido nem resposta dele nas fontes lidas.
- Reportagens originais da Crusoé, Folha de S.Paulo, O Globo, Estadão e do Jornal Nacional não foram lidas; os fatos vêm de veículos que as reproduziram.
Pendências de apuração
- Ler a íntegra da denúncia de 2020 e confirmar se a Bolsotini aparece só como linha de investigação a continuar.
- Confirmar em fonte primária se as nulidades do AgRg no RHC 125.461 e do EDcl no AgRg no RHC 135.206 alcançaram a quebra de sigilo da Bolsotini e a busca de 18/12/2019.
- Localizar o julgamento colegiado do habeas corpus do sócio no TJRJ (2020).
- Consultar o andamento das ações cíveis entre Flávio e o sócio no TJDFT (2023).
- Verificar se houve nova investigação sobre a loja depois da rejeição da denúncia em 2022.
Histórico de atualizações
- — Dossiê criado a pedido do responsável. autos não lidos;