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Família Bolsonaro

Eduardo Nantes Bolsonaro

Foto de Eduardo Nantes Bolsonaro — Deputado federal no Plenário da Câmara dos Deputados, 2023
Deputado federal no Plenário da Câmara dos Deputados, 2023. Foto: Câmara dos Deputados (2023-02-07) — origem · CC BY 3.0

Filho de Jair Bolsonaro, nascido em 10/07/1984 em Resende (RJ). Escrivão da Polícia Federal entre 2010 e 2015, segundo a biografia oficial da Câmara. Eleito deputado federal por São Paulo em três legislaturas (2015–2019 pelo PSC, 2019–2023 pelo PSL, 2023–2027 pelo PL). Licenciou-se do mandato a partir de 20/03/2025 e permaneceu nos Estados Unidos; reassumiu formalmente em 20/07/2025 e teve a perda do mandato declarada pela Mesa Diretora da Câmara em 18/12/2025, por faltas a um terço das sessões deliberativas (art. 55, III e § 3º, da Constituição). Em 18/09/2026 foi demitido do cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de cargo (portaria do ministro da Justiça publicada no DOU de 21/09/2026). Em 16/06/2026 foi condenado pela 1ª Turma do STF por coação no curso do processo (AP 2782) a 4 anos e 2 meses de reclusão em regime inicial semiaberto; a condenação transitou em julgado em 03/10/2026, e o mandado de prisão foi expedido em 08/10/2026, por decisão do relator de 07/10/2026.

Auditada — pronta para revisão humana em 14 out. 2026 — Cargos, demissão da PF (Portaria 135/2026, DOU 21/09/2026) e perda do mandato (Ato da Mesa 229/2025) conferidos em documento oficial; trânsito em julgado da AP 2782 corrigido para 03/10/2026.

Última conferência: 13 out. 2026 · Situação editorial: Revisão de fontes

Cargos e mandatos

  1. Escrivão de Polícia Federal — Polícia Federal

    2010 – 21 set. 2026 · A biografia da Câmara registra lotações em Guajará-Mirim (RO), Guarulhos (SP), São Paulo (SP) e Angra dos Reis (RJ) entre 2010 e 2015. Demitido por abandono de cargo pela Portaria de Pessoal nº 135, de 18/09/2026, do ministro da Justiça e Segurança Pública, publicada no DOU de 21/09/2026 (Seção 2, p. 47). Em 16/06/2026, o acórdão da AP 2782 também declarou a perda do cargo como efeito da condenação, e a decisão de 07/10/2026 pediu à PF a declaração administrativa dessa perda.

  2. Deputado federal por São Paulo (55ª legislatura) — Câmara dos Deputados (PSC)

    1 fev. 2015 – 31 jan. 2019 · Mudança do PSC para o PSL comunicada à Secretaria-Geral da Mesa em 27/03/2018.

  3. Deputado federal por São Paulo (56ª legislatura) — Câmara dos Deputados (PSL)

    1 fev. 2019 – 31 jan. 2023 · Filiação ao PL registrada em 2022 pela biografia da Câmara.

    • primáriaCâmara dos Deputadosfichaseção Mandatos: Deputado Federal, 2019-2023, SP, PSL; seção Filiações Partidárias: PL, 2022
  4. Deputado federal por São Paulo (57ª legislatura) — Câmara dos Deputados (PL)

    1 fev. 2023 – 18 dez. 2025 · Líder da Minoria de 21/03/2023 a 20/02/2024. Afastado a partir de 20/03/2025 (2 dias de licença para tratamento de saúde e 120 dias para tratar de interesse particular); reassumiu em 20/07/2025. Perda do mandato declarada pelo Ato da Mesa nº 229, de 18/12/2025, por ausência a um terço das sessões deliberativas da sessão legislativa (art. 55, III e § 3º, CF). O suplente Missionário José Olimpio (PL-SP), em exercício desde 23/03/2025, foi efetivado.

Principais episódios documentados

  • "Abin paralela": Carlos Bolsonaro, indiciado pela PF e não denunciado, tem caso enviado à Justiça Federal; STF arquiva quanto a Jair, já condenado na AP 2668 — Nenhuma menção localizada no relatório final da PF nem na decisão de 20/07/2026

    A Petição 11.108 do STF, aberta em março de 2023, apurou o uso pela Abin, no governo Jair Bolsonaro, do sistema First Mile, que localizava celulares sem ordem judicial, e de outras estruturas da agência para monitorar adversários. Em 12/06/2025 a Polícia Federal concluiu que houve uma organização criminosa comandada pelo então diretor-geral Alexandre Ramagem e indiciou 36 pessoas, entre elas o vereador Carlos Bolsonaro, por organização criminosa; Jair Bolsonaro, apontado pela PF como "principal destinatário", não foi indiciado porque já respondia à ação penal da trama golpista. A PGR não ofereceu denúncia e, em 20/07/2026, o relator Alexandre de Moraes arquivou a investigação quanto a Jair Bolsonaro e Ramagem, condenados na AP 2668 por fatos que incluíam a "Abin paralela" (Jair Bolsonaro foi condenado pela 1ª Turma do STF em 11/09/2025, na ação da trama golpista, com trânsito em julgado declarado em 25/11/2025; para Ramagem, ver o procedimento da AP 2668), e remeteu à Justiça Federal a apuração sobre Carlos e outros 27 indiciados, cuja situação não foi localizada em 14/10/2026. Flávio Bolsonaro aparece no relatório como suposto beneficiário de um dos episódios, sem ser investigado; não se localizou menção a Eduardo Bolsonaro no relatório nem na decisão de 20/07/2026.

  • Jair e Eduardo Bolsonaro e o governo de Israel: promessa de embaixada em Jerusalém, escritório comercial e visitas com Netanyahu (2018–2024) — deputado federal (PSL-SP); tratou da embaixada com Jared Kushner (nov/2018) e participou da inauguração do escritório em Jerusalém (15/12/2019)

    Presidente eleito, Jair Bolsonaro disse ao jornal Israel Hayom (01/11/2018) que pretendia transferir a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém, e dias depois afirmou que a mudança "não está decidida". O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou o Brasil em dezembro de 2018 e esteve na sessão de posse. Na visita oficial a Israel (31/03–02/04/2019), Bolsonaro anunciou um escritório brasileiro de promoção comercial em Jerusalém, em vez da embaixada, e visitou o Muro das Lamentações com Netanyahu; a Autoridade Palestina convocou seu embaixador no Brasil. O escritório, administrado pela Apex-Brasil, foi inaugurado em 15/12/2019 com Netanyahu e Eduardo Bolsonaro. Em abril de 2019, o presidente de Israel, Reuven Rivlin, criticou declaração de Bolsonaro de que o Holocausto poderia ser perdoado. A embaixada não foi transferida: em 2026 o Itamaraty mantém a Embaixada do Brasil em Tel Aviv. Em 25/02/2024, apoiadores levaram bandeiras de Israel a ato de Bolsonaro na Avenida Paulista, o que o Instituto Brasil-Israel criticou.

  • Jair e Eduardo Bolsonaro e o governo Trump: visitas, acordos, apoio eleitoral e posições externas (2018–2025) — deputado federal (PSL-SP, depois PL-SP); viagem a Washington em nov/2018; anunciado por Jair como escolhido para a embaixada em Washington (jul/2019), desistiu em 22/10/2019; presente na posse de Trump em 2025 (fora do Capitólio)

    Entre 2018 e 2022, Jair Bolsonaro e o filho Eduardo aproximaram publicamente o governo brasileiro do governo de Donald Trump: Eduardo usou boné "Trump 2020" em Washington (nov/2018); Jair decretou a dispensa unilateral de visto para americanos (16/03/2019) e foi recebido na Casa Branca (19/03/2019), onde anunciou a renúncia gradual ao tratamento especial e diferenciado na OMC e uma cota de trigo sem tarifa, enquanto Trump anunciou a intenção de designar o Brasil aliado extra-OTAN (designação feita em 31/07/2019). Jair anunciou que queria Eduardo como embaixador em Washington (11/07/2019); Eduardo desistiu em 22/10/2019. Jair declarou torcer pela reeleição de Trump (20/10/2020), reconheceu a vitória de Joe Biden 38 dias após a eleição e, em 06/01/2021, disse haver "muita denúncia de fraude" na eleição americana. O Brasil votou com EUA e Israel contra a resolução anual da ONU sobre o embargo a Cuba (07/11/2019). No mesmo período, o governo fechou acordos com a China, que o Poder360 descreve como maior parceira comercial do país, e a Anatel aprovou o edital do 5G sem restrição à Huawei. Em 2025, Jair posou com boné "Make America Great Again"; as sanções americanas de 2025 estão no dossiê próprio.

  • CPI da Pandemia: indiciamentos propostos a Jair, Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro e o destino de cada proposta — Então deputado federal; indiciamento proposto por incitação ao crime (art. 286); requerido na Pet 10.064, convertida em inquérito

    O relatório final da CPI da Pandemia, aprovado pela comissão em 26/10/2021, propôs indiciar Jair Bolsonaro por nove tipificações e Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro por incitação ao crime (art. 286 do CP). É conclusão de CPI, não acusação formal. Até 14/10/2026 não se localizou denúncia contra nenhum dos quatro com base nessas imputações. Duas apurações sobre Jair foram extintas em 2023 a pedido da PGR, com recurso pendente no Plenário do STF. Outras três seguem sem decisão de arquivamento visível. A apuração preliminar sobre incitação (Pet 10.064), que tem o pai e os três filhos entre os requeridos, foi convertida em inquérito sigiloso em 17/09/2025; a decisão de conversão cita crimes contra a administração pública, e o objeto do inquérito resultante não é público.

  • Eduardo Bolsonaro e as sanções dos EUA: condenação pelo STF por coação no curso do processo (2025–2026) — deputado federal licenciado e depois ex-deputado; investigado no Inq 4995, denunciado, réu e condenado na AP 2782 por coação no curso do processo (condenação transitada em julgado em 03/10/2026)

    Em março de 2025, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) licenciou-se do mandato e permaneceu nos EUA. Entre julho e setembro de 2025, o governo dos EUA revogou vistos de ministros do STF, impôs tarifa adicional de 40% a produtos brasileiros e aplicou a Lei Global Magnitsky a Alexandre de Moraes e à sua esposa (as designações da OFAC foram retiradas em 12/12/2025 e a tarifa adicional foi encerrada em 20/02/2026); os documentos americanos lidos justificam as medidas com a conduta de Moraes e a situação de Jair Bolsonaro e não mencionam Eduardo pelo nome. A PGR denunciou Eduardo e Paulo Figueiredo por coação no curso do processo em 22/09/2025, sustentando que eles se apresentavam como articuladores das sanções para evitar a condenação de Jair Bolsonaro. A 1ª Turma do STF recebeu a denúncia contra Eduardo (sessão virtual encerrada em 25/11/2025) e o condenou em 16/06/2026 (AP 2782) a 4 anos e 2 meses de reclusão em regime inicial semiaberto. A condenação transitou em julgado em 03/10/2026; em 07/10/2026 o relator determinou o início da execução e a expedição de mandado de prisão. A Câmara declarou a perda do mandato por faltas em 18/12/2025, e o Ministério da Justiça o demitiu do cargo de escrivão da PF por abandono de cargo em 18/09/2026.

  • Inquéritos 4781 e 4874 do STF e CPMI das Fake News: Jair Bolsonaro investigado, sem denúncia localizada contra a família — Apontado pela deputada Joice Hasselmann, em depoimento à CPMI (04/12/2019), como "um dos líderes" do grupo; condição processual no Inq 4781 e no Inq 4874 não documentada em fonte pública

    O STF mantém dois inquéritos sobre ataques digitais às instituições: o Inq 4781, aberto em 2019 pela Presidência do Tribunal e sigiloso, e o Inq 4874, aberto em 2021 para apurar uma organização "de forte atuação digital", que o próprio STF chama de inquérito das "milícias digitais". Nenhum dos dois resultou, até 14/10/2026, em denúncia localizada contra integrante da família Bolsonaro. Jair Bolsonaro é investigado desde 04/08/2021 na Pet 9842, notícia-crime do TSE sobre o pronunciamento de 29/07/2021 contra as urnas, hoje apensada ao Inq 4874 e sem desfecho localizado. A expressão "gabinete do ódio" aparece em depoimento à CPMI das Fake News, em decisão do STF que a atribui a deputados, em relatório parcial da PF que a diz "autodenominada" pelos próprios integrantes e em notícia oficial do STF; a CPMI terminou sem aprovar relatório.

  • Trama golpista, núcleo 2: cinco réus condenados em definitivo e um absolvido na Ação Penal 2693 do STF — Arrolado como testemunha; oitiva indeferida pelo relator (decisão de 29/06/2025)

    O núcleo 2 da denúncia da PGR de fevereiro de 2025 reuniu seis acusados, entre eles dois ex-assessores da Presidência no governo Bolsonaro (Filipe Martins e Marcelo Câmara), o ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques e o general da reserva Mário Fernandes. A 1ª Turma do STF recebeu a denúncia em 22/04/2025 e, em 16/12/2025, por unanimidade, condenou cinco réus a penas de 8 anos e 6 meses a 26 anos e 6 meses e absolveu o delegado Fernando de Sousa Oliveira por insuficiência de provas. Para os cinco condenados, o trânsito em julgado foi declarado em 23/04/2026, e as penas estão em execução (EPs 215 a 219); a absolvição também transitou em julgado, em data que diverge entre documentos do STF.

Situação dos procedimentos

Agrupados por natureza. Cada grupo segue regras próprias e não deve ser somado aos outros; o número de procedimentos não indica culpa. A situação mostrada é a desta pessoa em cada procedimento, na data de verificação.

Esfera criminal

Inquéritos, denúncias, ações penais e seus recursos e incidentes. Investigação e denúncia não são condenação.

Comissões parlamentares de inquérito

Conclusões e pedidos de indiciamento de CPI não são acusação formal nem decisão judicial.

Esfera cível, administrativa e de controle

Ações de improbidade, processos administrativos, disciplinares e auditorias. Não são processos criminais.

Cronologia

  1. 9 out. 2026 — Despacho no Inq 4781 (publicado em 14/10/2026) registra que "a análise dos procedimentos permanece em andamento". Fato documentado

    Dossiê: Inquéritos 4781 e 4874 do STF e CPMI das Fake News: Jair Bolsonaro investigado, sem denúncia localizada contra a família

  2. 7 out. 2026 — Moraes declara o trânsito em julgado e determina o início da execução da pena em regime semiaberto, a expedição de mandado de prisão, a declaração administrativa da perda do cargo pela PF, a execução da multa, o cancelamento dos passaportes e a comunicação ao TSE (suspensão dos direitos políticos). A decisão foi divulgada em 08/10/2026, quando o mandado de prisão foi expedido; em 13/10/2026 foi autuada a Execução Penal nº 243. Decisão judicial

    Dossiê: Eduardo Bolsonaro e as sanções dos EUA: condenação pelo STF por coação no curso do processo (2025–2026)

    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichapp. 6–7: "DECLARO O TRÂNSITO EM JULGADO DA AÇÃO PENAL"; itens 1 a 4; "Brasília, 7 de outubro de 2026"
    • primáriaPortal do STFficha08/10/2026: "Mandado 6437/2026. Mandado de Prisão"; 13/10/2026: "Autuada a EP nº 243"
    • Agência Brasilfichaparáfrase: mandado de prisão e cancelamento dos passaportes
  3. 6 out. 2026 — No Inq 4.888, o presidente do STF, Edson Fachin, dá 5 dias à PGR para ratificar ou não o pedido de arquivamento de 2023. Decisão judicial

    Dossiê: CPI da Pandemia: indiciamentos propostos a Jair, Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro e o destino de cada proposta

  4. 4 out. 2026 — Carlos Bolsonaro é eleito senador por Santa Catarina (PL), segundo a Agência Senado. Fato documentado

    Dossiê: "Abin paralela": Carlos Bolsonaro, indiciado pela PF e não denunciado, tem caso enviado à Justiça Federal; STF arquiva quanto a Jair, já condenado na AP 2668

    • primáriaSenado Notíciasficha§1: "Santa Catarina elegeu neste domingo (4) Carol de Toni e Carlos Bolsonaro"
  5. 3 out. 2026 — A condenação transita em julgado, conforme certidão da Secretaria Judiciária de 05/10/2026. Fato documentado

    Dossiê: Eduardo Bolsonaro e as sanções dos EUA: condenação pelo STF por coação no curso do processo (2025–2026)

  6. 18 set. 2026 — A 1ª Turma rejeita por unanimidade os embargos de declaração da defesa (sessão virtual de 11 a 18/09/2026); o acórdão é publicado em 22/09/2026. Decisão judicial

    Dossiê: Eduardo Bolsonaro e as sanções dos EUA: condenação pelo STF por coação no curso do processo (2025–2026)

  7. 18 set. 2026 — O ministro da Justiça e Segurança Pública demite Eduardo do cargo de escrivão de Polícia Federal por abandono de cargo (falta ao serviço por mais de 30 dias consecutivos), pela Portaria de Pessoal nº 135, publicada no DOU de 21/09/2026. Fato documentado

    Dossiê: Eduardo Bolsonaro e as sanções dos EUA: condenação pelo STF por coação no curso do processo (2025–2026)

  8. 9 set. 2026 — O presidente do STF, Edson Fachin, revoga pela Portaria 189 a designação de Moraes para conduzir o Inq 4781, preservando os atos já praticados. No mesmo dia a Pet 9842 é registrada à Presidência em cumprimento à portaria. Fato documentado

    Dossiê: Inquéritos 4781 e 4874 do STF e CPMI das Fake News: Jair Bolsonaro investigado, sem denúncia localizada contra a família

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Declarações e checagens

Checagens

Declarações

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Relações documentadas na rede

  • Paulo Figueiredo — Participação conjunta em episódio investigado (Político, recorrente, 2025 – set. 2025)

    A PGR denunciou Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo juntos, em 22/09/2025, por coação no curso do processo. No acórdão que condenou Eduardo (AP 2782, 16/06/2026, transitado em 03/10/2026), o voto do relator afirma que ele, "atuando em conjunto com PAULO RENATO DE OLIVEIRA FIGUEIREDO FILHO", promoveu campanha internacional de intimidação contra o STF, e registra nota conjunta dos dois divulgada em 09/07/2025, na qual reconhecem a autoria das articulações que resultaram nas sanções. A parte de Figueiredo foi desmembrada e não foi julgada.

    Depois que os fatos vieram a público: Nota conjunta e atuação descritas são de 2025, antes e durante a investigação; relação após a condenação de Eduardo não verificada.

    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichap. 1: denúncia "em face de EDUARDO NANTES BOLSONARO e PAULO RENATO DE OLIVEIRA FIGUEIREDO FILHO"
    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichap. 66 (voto do relator): "o réu, atuando em conjunto com PAULO RENATO DE OLIVEIRA FIGUEIREDO FILHO, promoveu verdadeira campanha internacional de intimidação"; p. 74: "nota conjunta divulgada em 9/7/2025 pelo réu e por PAULO FIGUEIREDO"

Ver a rede de relações completa →

Histórico

  1. 13 out. 2026 — Criação do registro no piloto documental (pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).
  2. 14 out. 2026 — correção: antes «a condenação foi declarada transitada em julgada e teve mandado de prisão expedido em 08/10/2026, segundo a Agência Brasil» / depois «transitou em julgado em 03/10/2026, e o mandado de prisão foi expedido em 08/10/2026, por decisão do relator de 07/10/2026» — motivo: certidão e decisão lidas no portal do STF.
  3. 14 out. 2026 — correção: antes cargo de escrivão com fim «2026-09» e «portaria não lida» / depois fim em 21/09/2026 (publicação da Portaria de Pessoal nº 135, de 18/09/2026, no DOU) — motivo: portaria lida no DOU.
  4. 14 out. 2026 — Foto oficial com licença livre acrescentada (crédito na página).