Família Bolsonaro
Eduardo Nantes Bolsonaro

Filho de Jair Bolsonaro, nascido em 10/07/1984 em Resende (RJ). Escrivão da Polícia Federal entre 2010 e 2015, segundo a biografia oficial da Câmara. Eleito deputado federal por São Paulo em três legislaturas (2015–2019 pelo PSC, 2019–2023 pelo PSL, 2023–2027 pelo PL). Licenciou-se do mandato a partir de 20/03/2025 e permaneceu nos Estados Unidos; reassumiu formalmente em 20/07/2025 e teve a perda do mandato declarada pela Mesa Diretora da Câmara em 18/12/2025, por faltas a um terço das sessões deliberativas (art. 55, III e § 3º, da Constituição). Em 18/09/2026 foi demitido do cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de cargo (portaria do ministro da Justiça publicada no DOU de 21/09/2026). Em 16/06/2026 foi condenado pela 1ª Turma do STF por coação no curso do processo (AP 2782) a 4 anos e 2 meses de reclusão em regime inicial semiaberto; a condenação transitou em julgado em 03/10/2026, e o mandado de prisão foi expedido em 08/10/2026, por decisão do relator de 07/10/2026.
Cargos e mandatos
Escrivão de Polícia Federal — Polícia Federal
- primáriaCâmara dos Deputadosfichaseção Atividades Profissionais e Cargos Públicos: Escrivão de Polícia Federal, 2010 a 2015
- primáriaDiário Oficial da União, Seção 2, edição 178, p. 47 (Imprensa Nacional)fichaDOU de 21/09/2026, Seção 2, p. 47: "DEMITIR EDUARDO NANTES BOLSONARO"
- primáriaSupremo Tribunal Federalfichapp. 6–7, item 2
Deputado federal por São Paulo (55ª legislatura) — Câmara dos Deputados (PSC)
- primáriaCâmara dos Deputadosfichaseção Mandatos: Deputado Federal, 2015-2019, SP, PSC; posse em 01/02/2015
Deputado federal por São Paulo (56ª legislatura) — Câmara dos Deputados (PSL)
- primáriaCâmara dos Deputadosfichaseção Mandatos: Deputado Federal, 2019-2023, SP, PSL; seção Filiações Partidárias: PL, 2022
Deputado federal por São Paulo (57ª legislatura) — Câmara dos Deputados (PL)
- primáriaCâmara dos Deputadosfichaseção Mandatos (2023-2027, PL); seção Licenças: afastamento a partir de 20/03/2025, reassunção em 20/07/2025; perda de mandato em 18/12/2025 por Ato da Mesa
- primáriaCâmara dos Deputados (Legislação Informatizada)fichaart. único: declara a perda de mandato com base no art. 55, III e § 3º da Constituição
- primáriaCâmara dos Deputadosfichatrecho: "já estava no exercício do mandato desde 23 de março" (sobre o suplente Missionário José Olimpio)
Principais episódios documentados
A Petição 11.108 do STF, aberta em março de 2023, apurou o uso pela Abin, no governo Jair Bolsonaro, do sistema First Mile, que localizava celulares sem ordem judicial, e de outras estruturas da agência para monitorar adversários. Em 12/06/2025 a Polícia Federal concluiu que houve uma organização criminosa comandada pelo então diretor-geral Alexandre Ramagem e indiciou 36 pessoas, entre elas o vereador Carlos Bolsonaro, por organização criminosa; Jair Bolsonaro, apontado pela PF como "principal destinatário", não foi indiciado porque já respondia à ação penal da trama golpista. A PGR não ofereceu denúncia e, em 20/07/2026, o relator Alexandre de Moraes arquivou a investigação quanto a Jair Bolsonaro e Ramagem, condenados na AP 2668 por fatos que incluíam a "Abin paralela" (Jair Bolsonaro foi condenado pela 1ª Turma do STF em 11/09/2025, na ação da trama golpista, com trânsito em julgado declarado em 25/11/2025; para Ramagem, ver o procedimento da AP 2668), e remeteu à Justiça Federal a apuração sobre Carlos e outros 27 indiciados, cuja situação não foi localizada em 14/10/2026. Flávio Bolsonaro aparece no relatório como suposto beneficiário de um dos episódios, sem ser investigado; não se localizou menção a Eduardo Bolsonaro no relatório nem na decisão de 20/07/2026.
Presidente eleito, Jair Bolsonaro disse ao jornal Israel Hayom (01/11/2018) que pretendia transferir a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém, e dias depois afirmou que a mudança "não está decidida". O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou o Brasil em dezembro de 2018 e esteve na sessão de posse. Na visita oficial a Israel (31/03–02/04/2019), Bolsonaro anunciou um escritório brasileiro de promoção comercial em Jerusalém, em vez da embaixada, e visitou o Muro das Lamentações com Netanyahu; a Autoridade Palestina convocou seu embaixador no Brasil. O escritório, administrado pela Apex-Brasil, foi inaugurado em 15/12/2019 com Netanyahu e Eduardo Bolsonaro. Em abril de 2019, o presidente de Israel, Reuven Rivlin, criticou declaração de Bolsonaro de que o Holocausto poderia ser perdoado. A embaixada não foi transferida: em 2026 o Itamaraty mantém a Embaixada do Brasil em Tel Aviv. Em 25/02/2024, apoiadores levaram bandeiras de Israel a ato de Bolsonaro na Avenida Paulista, o que o Instituto Brasil-Israel criticou.
Entre 2018 e 2022, Jair Bolsonaro e o filho Eduardo aproximaram publicamente o governo brasileiro do governo de Donald Trump: Eduardo usou boné "Trump 2020" em Washington (nov/2018); Jair decretou a dispensa unilateral de visto para americanos (16/03/2019) e foi recebido na Casa Branca (19/03/2019), onde anunciou a renúncia gradual ao tratamento especial e diferenciado na OMC e uma cota de trigo sem tarifa, enquanto Trump anunciou a intenção de designar o Brasil aliado extra-OTAN (designação feita em 31/07/2019). Jair anunciou que queria Eduardo como embaixador em Washington (11/07/2019); Eduardo desistiu em 22/10/2019. Jair declarou torcer pela reeleição de Trump (20/10/2020), reconheceu a vitória de Joe Biden 38 dias após a eleição e, em 06/01/2021, disse haver "muita denúncia de fraude" na eleição americana. O Brasil votou com EUA e Israel contra a resolução anual da ONU sobre o embargo a Cuba (07/11/2019). No mesmo período, o governo fechou acordos com a China, que o Poder360 descreve como maior parceira comercial do país, e a Anatel aprovou o edital do 5G sem restrição à Huawei. Em 2025, Jair posou com boné "Make America Great Again"; as sanções americanas de 2025 estão no dossiê próprio.
O relatório final da CPI da Pandemia, aprovado pela comissão em 26/10/2021, propôs indiciar Jair Bolsonaro por nove tipificações e Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro por incitação ao crime (art. 286 do CP). É conclusão de CPI, não acusação formal. Até 14/10/2026 não se localizou denúncia contra nenhum dos quatro com base nessas imputações. Duas apurações sobre Jair foram extintas em 2023 a pedido da PGR, com recurso pendente no Plenário do STF. Outras três seguem sem decisão de arquivamento visível. A apuração preliminar sobre incitação (Pet 10.064), que tem o pai e os três filhos entre os requeridos, foi convertida em inquérito sigiloso em 17/09/2025; a decisão de conversão cita crimes contra a administração pública, e o objeto do inquérito resultante não é público.
Em março de 2025, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) licenciou-se do mandato e permaneceu nos EUA. Entre julho e setembro de 2025, o governo dos EUA revogou vistos de ministros do STF, impôs tarifa adicional de 40% a produtos brasileiros e aplicou a Lei Global Magnitsky a Alexandre de Moraes e à sua esposa (as designações da OFAC foram retiradas em 12/12/2025 e a tarifa adicional foi encerrada em 20/02/2026); os documentos americanos lidos justificam as medidas com a conduta de Moraes e a situação de Jair Bolsonaro e não mencionam Eduardo pelo nome. A PGR denunciou Eduardo e Paulo Figueiredo por coação no curso do processo em 22/09/2025, sustentando que eles se apresentavam como articuladores das sanções para evitar a condenação de Jair Bolsonaro. A 1ª Turma do STF recebeu a denúncia contra Eduardo (sessão virtual encerrada em 25/11/2025) e o condenou em 16/06/2026 (AP 2782) a 4 anos e 2 meses de reclusão em regime inicial semiaberto. A condenação transitou em julgado em 03/10/2026; em 07/10/2026 o relator determinou o início da execução e a expedição de mandado de prisão. A Câmara declarou a perda do mandato por faltas em 18/12/2025, e o Ministério da Justiça o demitiu do cargo de escrivão da PF por abandono de cargo em 18/09/2026.
O STF mantém dois inquéritos sobre ataques digitais às instituições: o Inq 4781, aberto em 2019 pela Presidência do Tribunal e sigiloso, e o Inq 4874, aberto em 2021 para apurar uma organização "de forte atuação digital", que o próprio STF chama de inquérito das "milícias digitais". Nenhum dos dois resultou, até 14/10/2026, em denúncia localizada contra integrante da família Bolsonaro. Jair Bolsonaro é investigado desde 04/08/2021 na Pet 9842, notícia-crime do TSE sobre o pronunciamento de 29/07/2021 contra as urnas, hoje apensada ao Inq 4874 e sem desfecho localizado. A expressão "gabinete do ódio" aparece em depoimento à CPMI das Fake News, em decisão do STF que a atribui a deputados, em relatório parcial da PF que a diz "autodenominada" pelos próprios integrantes e em notícia oficial do STF; a CPMI terminou sem aprovar relatório.
O núcleo 2 da denúncia da PGR de fevereiro de 2025 reuniu seis acusados, entre eles dois ex-assessores da Presidência no governo Bolsonaro (Filipe Martins e Marcelo Câmara), o ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques e o general da reserva Mário Fernandes. A 1ª Turma do STF recebeu a denúncia em 22/04/2025 e, em 16/12/2025, por unanimidade, condenou cinco réus a penas de 8 anos e 6 meses a 26 anos e 6 meses e absolveu o delegado Fernando de Sousa Oliveira por insuficiência de provas. Para os cinco condenados, o trânsito em julgado foi declarado em 23/04/2026, e as penas estão em execução (EPs 215 a 219); a absolvição também transitou em julgado, em data que diverge entre documentos do STF.
Situação dos procedimentos
Esfera criminal
Ação Penal 2782 (coação no curso do processo — Eduardo Bolsonaro) Condenado (trânsito em julgado)
Inquérito 4995 (atuação de Eduardo Bolsonaro nos EUA por sanções contra autoridades brasileiras) Réu (denúncia recebida)
Petição 10.064 (STF) — apuração preliminar da PGR sobre incitação ao crime (art. 286) proposta pela CPI da Pandemia, convertida em inquérito Outra situação (ver ficha)
Comissões parlamentares de inquérito
CPI da Pandemia (Senado Federal, 2021) — relatório final e propostas de indiciamento Outra situação (ver ficha)
Esfera cível, administrativa e de controle
Cronologia
9 out. 2026 — Despacho no Inq 4781 (publicado em 14/10/2026) registra que "a análise dos procedimentos permanece em andamento". Fato documentado
- primáriaPortal do STF — consulta processualfichaandamentos de 13/10/2026 e 14/10/2026
7 out. 2026 — Moraes declara o trânsito em julgado e determina o início da execução da pena em regime semiaberto, a expedição de mandado de prisão, a declaração administrativa da perda do cargo pela PF, a execução da multa, o cancelamento dos passaportes e a comunicação ao TSE (suspensão dos direitos políticos). A decisão foi divulgada em 08/10/2026, quando o mandado de prisão foi expedido; em 13/10/2026 foi autuada a Execução Penal nº 243. Decisão judicial
- primáriaSupremo Tribunal Federalfichapp. 6–7: "DECLARO O TRÂNSITO EM JULGADO DA AÇÃO PENAL"; itens 1 a 4; "Brasília, 7 de outubro de 2026"
- primáriaPortal do STFficha08/10/2026: "Mandado 6437/2026. Mandado de Prisão"; 13/10/2026: "Autuada a EP nº 243"
- Agência Brasilfichaparáfrase: mandado de prisão e cancelamento dos passaportes
6 out. 2026 — No Inq 4.888, o presidente do STF, Edson Fachin, dá 5 dias à PGR para ratificar ou não o pedido de arquivamento de 2023. Decisão judicial
- primáriaSupremo Tribunal Federalfichap. 2
4 out. 2026 — Carlos Bolsonaro é eleito senador por Santa Catarina (PL), segundo a Agência Senado. Fato documentado
- primáriaSenado Notíciasficha§1: "Santa Catarina elegeu neste domingo (4) Carol de Toni e Carlos Bolsonaro"
3 out. 2026 — A condenação transita em julgado, conforme certidão da Secretaria Judiciária de 05/10/2026. Fato documentado
- primáriaSupremo Tribunal Federalficha"Certifico que o(a) acórdão/decisão transitou em julgado em 03/10/2026"
18 set. 2026 — A 1ª Turma rejeita por unanimidade os embargos de declaração da defesa (sessão virtual de 11 a 18/09/2026); o acórdão é publicado em 22/09/2026. Decisão judicial
- primáriaSupremo Tribunal Federalfichadecisão: "rejeitou os embargos de declaração opostos por EDUARDO NANTES BOLSONARO"
- ConJurfichaparáfrase: embargos rejeitados; AP 2782
18 set. 2026 — O ministro da Justiça e Segurança Pública demite Eduardo do cargo de escrivão de Polícia Federal por abandono de cargo (falta ao serviço por mais de 30 dias consecutivos), pela Portaria de Pessoal nº 135, publicada no DOU de 21/09/2026. Fato documentado
- primáriaDiário Oficial da União, Seção 2, edição 178, p. 47 (Imprensa Nacional)fichaDOU de 21/09/2026, Seção 2, p. 47: "DEMITIR EDUARDO NANTES BOLSONARO"; art. 15, IX, da Lei nº 15.047/2024
- Agência Brasilfichaparáfrase: demitido em setembro por abandono de cargo; DOU de 21 de setembro
9 set. 2026 — O presidente do STF, Edson Fachin, revoga pela Portaria 189 a designação de Moraes para conduzir o Inq 4781, preservando os atos já praticados. No mesmo dia a Pet 9842 é registrada à Presidência em cumprimento à portaria. Fato documentado
- primáriaPortal do STF (noticias.stf.jus.br)fichaitem 1
- primáriaPortal do STF — consulta processualfichaandamentos de 09/09/2026
Declarações e checagens
Checagens
- Na Câmara, em fevereiro de 2021, Eduardo Bolsonaro disse que a CoronaVac foi anunciada com 78% de eficácia "quando na verdade só tem 50%"; os dois índices vêm do mesmo ensaio e medem desfechos diferentes Enganoso
- Na Câmara, em agosto de 2021, Eduardo Bolsonaro disse que o acesso hacker ligado à eleição de Aperibé (RJ) em 2018 tornava possível a urna mostrar outro candidato ao eleitor; segundo o exame judicial, as senhas não permitiam alterar a totalização nem preparar a urna para transferir votos Enganoso
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro disse que a recuperação do Brasil pós-covid era "muito melhor" que a de Espanha, França, Japão e Alemanha; com os dados da época, o PIB brasileiro estava mais perto do nível pré-pandemia que o dos quatro Verdadeiro
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro chamou de "vacina ainda em estágio experimental" a vacina da Pfizer para crianças; ela tinha registro definitivo no Brasil desde fevereiro de 2021, e a indicação de 5 a 11 anos foi aprovada horas depois, com estudos de fase 2/3 Falso
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro disse que "o mundo inteiro está vivendo uma alta inflacionária"; a inflação subia na maioria das grandes economias em 2022, com exceções, e a do Brasil estava acima da média da OCDE e do G20 Verdadeiro
- Na Câmara, em junho de 2022, Eduardo Bolsonaro disse que, segundo a Universidade Johns Hopkins, os lockdowns salvaram "no máximo" 0,2% das pessoas; o estudo é um working paper de três autores, e sua versão de maio de 2022 estimava reduções de 2,0% a 10,7% na mortalidade por covid-19 Enganoso
Declarações
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro diz suspeitar que atos em Brasília em 12/12/2022 foram obra de "infiltrados"
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro diz que "não serão 50 anos a mais de cotas raciais" que resolverão a disparidade entre ensino público e privado
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro diz que a "Universidade Johns Hopkins" concluiu que os lockdowns salvaram "no máximo" 0,2% das pessoas
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro relaciona a rejeição do voto impresso a ministros do TSE e do STF e pergunta "quem está fazendo ataque à democracia?"
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro atribui a inflação a uma alta mundial e diz que Bolsonaro "não fechou sequer uma lojinha"
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro diz não estar confortável com a aplicação em crianças de "uma vacina ainda em estágio experimental"
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro diz que a recuperação econômica pós-covid do Brasil é "muito melhor" que a de Espanha, França, Japão e Alemanha e critica a CPI da Pandemia
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro anuncia "CPI do TSE" e diz que senhas acessadas por hacker em 2018 permitiriam o tipo de fraude relatado por eleitores
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro diz que "o lockdown não adianta", que "existem já tratamentos precoces" e que a CoronaVac teria só 50% de eficácia, e não 78%
- Em transmissão ao vivo, Eduardo Bolsonaro diz que uma repórter da Folha de S.Paulo tentava "fazer insinuação sexual" a fontes
- Em entrevista, Eduardo Bolsonaro diz que, se "a esquerda radicalizar", a resposta "pode ser via um novo AI-5"
- Na Câmara, Eduardo Bolsonaro diz que, se a esquerda "começar a radicalizar", "nós vamos ver a história se repetir"
Relações documentadas na rede
Paulo Figueiredo — Participação conjunta em episódio investigado
A PGR denunciou Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo juntos, em 22/09/2025, por coação no curso do processo. No acórdão que condenou Eduardo (AP 2782, 16/06/2026, transitado em 03/10/2026), o voto do relator afirma que ele, "atuando em conjunto com PAULO RENATO DE OLIVEIRA FIGUEIREDO FILHO", promoveu campanha internacional de intimidação contra o STF, e registra nota conjunta dos dois divulgada em 09/07/2025, na qual reconhecem a autoria das articulações que resultaram nas sanções. A parte de Figueiredo foi desmembrada e não foi julgada.
- primáriaSupremo Tribunal Federalfichap. 1: denúncia "em face de EDUARDO NANTES BOLSONARO e PAULO RENATO DE OLIVEIRA FIGUEIREDO FILHO"
- primáriaSupremo Tribunal Federalfichap. 66 (voto do relator): "o réu, atuando em conjunto com PAULO RENATO DE OLIVEIRA FIGUEIREDO FILHO, promoveu verdadeira campanha internacional de intimidação"; p. 74: "nota conjunta divulgada em 9/7/2025 pelo réu e por PAULO FIGUEIREDO"