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Rede de relações

Frederick Wassef

PL Partido Liberal · última filiação documentada

Foto de Frederick Wassef — Entrevista coletiva no Senado Federal, 2021
Entrevista coletiva no Senado Federal, 2021. Foto: Agência Senado (2021-11-30) — origem · CC BY 2.0

Advogado que atuou para Flávio Bolsonaro (inclusive no caso das "rachadinhas") e que representou Jair Bolsonaro em ação no TRF-1 ligada ao caso Adélio Bispo, segundo o porta-voz da Presidência (2019) e procuração noticiada pela CNN (2021). Fabrício Queiroz foi preso em 18/06/2020 em imóvel de Wassef em Atibaia (SP). Em julho de 2024 foi indiciado pela PF no inquérito das joias recebidas pela Presidência, por ter recomprado nos EUA um relógio Rolex depois devolvido à União. Nega irregularidades.

Auditada — pronta para revisão humana em 14 out. 2026 — Situação processual conferida no portal do STF (Pet 11.645); apuração de 30/06/2026 é sigilosa. Evidências pendentes conferidas em 14/10/2026 (todas em comparada; docs/auditoria/evidencias-conferencia-grupo4.md).

Última conferência: 13 out. 2026 · Situação editorial: Revisão de fontes

Esta ficha documenta separadamente (A) o envolvimento criminal registrado e (B) a relação com integrantes da família. Uma relação documentada não demonstra, por si só, conhecimento ou participação em crimes.

A. Envolvimento criminal e situação processual

  • Indiciado

    Indiciado pela Polícia Federal por lavagem de dinheiro e associação criminosa no inquérito sobre a venda de joias e presentes recebidos pela Presidência (recompra de um Rolex nos EUA).

    Indiciamento pela PF em 04/07/2024 (Pet 11.645/DF, STF). Em out/2024 o ministro Flávio Dino negou pedido para suspender a investigação; a PGR opinou contra HC da defesa (fev/2025). Em março de 2026 a PGR pediu o arquivamento do inquérito principal (dia 3 segundo a Itatiaia; 04/03/2026 segundo o Poder360), alegando falta de lei clara sobre presentes; em 18-19/03/2026 Moraes devolveu o caso à PGR para manifestação sobre o material relativo a Wassef. Conferência de 14/10/2026 nos andamentos da Pet 11.645 (última movimentação: petição da PGR de 08/10/2026, conteúdo não divulgado): não há registro de decisão sobre o arquivamento nem de denúncia. Indiciamento não é acusação formal.

    Procedimento: stf-pet-11645

    Verificado em 14 out. 2026

    • Itatiaiafichaparáfrase: indiciado por lavagem de dinheiro e associação criminosa (indiciamento em 04/07/2024)
    • IstoÉfichatrechos: "Em outubro, Flávio Dino já havia rejeitado o pedido de Wassef para suspender a investigação"; Gonet afirmou que o habeas corpus "não pode ser admitido"
    • Itatiaiafichatrecho da decisão: "Não houve manifestação Ministerial quanto ao citado material"
    • Poder360fichaparáfrase: em 04/03/2026 Gonet pediu arquivamento da apuração principal; Moraes não arquivou
    • primáriaPortal do STFfichaaba Andamentos, movimentações de 21/09/2026 a 08/10/2026
  • Investigado

    Alvo de apuração sigilosa e separada, aberta por Alexandre de Moraes em 30/06/2026, sobre "eventos fortuitos" encontrados no celular apreendido em 2023.

    Decisão de 30/06/2026 (Poder360, 01/07/2026): apuração sigilosa e separada; Moraes deu 15 dias à PGR para se manifestar sobre as "hipóteses criminais" levantadas pela PF. A OAB pediu ao STF que impedisse o novo inquérito. Em 14/10/2026 não foi localizada informação pública posterior (procedimento sigiloso; número não divulgado).

    Verificado em 14 out. 2026

    • Poder360fichaparáfrase: investigação sigilosa e separada sobre "eventos fortuitos"; prazo de 15 dias à PGR

B. Relação com a família

  • Flávio Bolsonaro — Relação comercial (Profissional, continuada)

    Wassef atuou como advogado de Flávio Bolsonaro, inclusive no caso das "rachadinhas" (Poder360, 18 e 20/06/2020). Em 18/06/2020, Queiroz foi preso em imóvel de Wassef em Atibaia (SP); Wassef negou tê-lo escondido e disse que o local estava em obras. Segundo O Povo (29/08/2023), ele deixou a defesa de Flávio depois que veio a público onde Queiroz estava. O Poder360 (01/07/2026) ainda o identifica como advogado de Flávio. O período de representação não foi documentado (procuração ou registro processual não localizado).

    Depois que os fatos vieram a público: Em vídeo de 28/08/2023, após busca da PF relacionada às joias, Flávio declarou: "Eu confio 100% na capacidade e na lealdade do Wassef" (O Povo, 29/08/2023).

    • Poder360fichasubtítulo: "Estava na casa do advogado de Flavio"; texto: "Queiroz estava em 1 imóvel do advogado Frederick Wassef, advogado de Flávio e de Jair Bolsonaro"
    • Poder360fichatrechos: "Queiroz não estava escondido." / "Meu escritório estava em obras."
    • O Povofichatrecho: "Eu confio 100% na capacidade e na lealdade do Wassef"; paráfrase: deixou a defesa após vir à tona onde Queiroz estava
    • Poder360fichaparáfrase: Wassef, advogado de Jair Bolsonaro e de Flávio Bolsonaro
    • Diario de Pernambucofichatrecho: "O advogado defende Flávio no caso das movimentações suspeitas apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)"
  • Contexto documentado — não representado no mapa da rede por não poder ser descrito com precisão como vínculo.

    Jair Bolsonaro — Relação comercial (Profissional, pontual, set. 2019 – ?)

    Representação de Jair Bolsonaro por Wassef em ação específica no TRF-1. Em 30/09/2019, o porta-voz da Presidência confirmou que Wassef representaria o então presidente em ação no TRF-1 sobre investigações relativas a Adélio Bispo de Oliveira (Diario de Pernambuco, 30/09/2019). Segundo a CNN (08/06/2021), Jair assinou em 06/05/2021 procuração a Wassef com poderes gerais para o foro e menção especial a um mandado de segurança no TRF-1, impetrado pela OAB em favor do advogado que defendeu Adélio Bispo; Wassef a juntou aos autos em 13/05/2021. A procuração e os autos não foram conferidos em fonte oficial, e o fim da representação não foi documentado. Em junho de 2020, a advogada Karina Kufa afirmou que apenas o escritório dela representava o presidente (Poder360, 20/06/2020). Wassef também se apresentou publicamente como advogado de Jair (Poder360, 20/06/2020; Itatiaia, 05/07/2024). As fontes não mostram atuação de Wassef como defensor de Jair em outros processos. A situação de Wassef no inquérito das joias está no envolvimento da ficha dele.

    • Diario de Pernambucofichatrecho: Wassef "representará também o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em ação no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que trata de investigações sobre Adélio Bispo de Oliveira"; "A informação foi confirmada nesta segunda-feira (30) pelo porta-voz da Presidência"
    • CNN Brasilfichatrechos: procuração "assinada pelo presidente no dia 6 de maio"; poderes "em especial no mandado de segurança [...] em tramitação no Tribunal regional Federal da 1ª Região"; "No dia 13 de maio [...] Wasseff anexou essa procuração nessa ação do caso Adélio"
    • Poder360fichatrecho: "O advogado voltou a dizer que trabalha para o presidente Jair Bolsonaro, embora a também advogada Karina Kufa tenha afirmado que apenas seu escritório representa o presidente"
    • Itatiaiafichatrecho: "passando por tudo isto apenas por exercer advocacia em defesa de Bolsonaro"
    • Poder360fichaparáfrase: Wassef, advogado de Jair Bolsonaro e de Flávio Bolsonaro

O que os documentos permitem concluir

  • Wassef atuou como advogado de Flávio Bolsonaro. Representou Jair Bolsonaro em ação no TRF-1 relacionada ao caso Adélio Bispo: o porta-voz da Presidência confirmou a representação em 30/09/2019, e a CNN noticiou procuração de 06/05/2021 juntada aos autos em 13/05/2021. Em 2020 outra advogada, Karina Kufa, afirmou que só o escritório dela representava o então presidente. Queiroz foi encontrado e preso em imóvel de Wassef em Atibaia em 18/06/2020.
  • No inquérito das joias, Wassef é indiciado (não denunciado); a PGR pediu o arquivamento do inquérito principal e, até 08/10/2026, o STF não havia decidido, segundo os andamentos da Pet 11.645 conferidos em 14/10/2026.
  • Flávio Bolsonaro manteve publicamente a confiança em Wassef em agosto de 2023, depois da busca da PF relacionada às joias.

O que não foi demonstrado

  • Não há acusação formal nem decisão judicial contra Wassef relacionada à permanência de Queiroz em seu imóvel, nas fontes lidas.
  • Não foi demonstrado, nas fontes lidas, quem pediu a recompra do Rolex: Wassef nega que tenha sido Jair Bolsonaro.
  • Não há denúncia nem condenação de Wassef no caso das joias.
  • Não foi demonstrado, nas fontes lidas, que Wassef tenha representado Jair Bolsonaro de forma permanente ou em processos além da ação no TRF-1 ligada ao caso Adélio; a autodeclaração "advogado de Bolsonaro" e a identificação pela imprensa não fixam a extensão da representação.

Dossiês relacionados

  • Joias e presentes de governos estrangeiros: Jair Bolsonaro indiciado pela PF, sem denúncia; pedido de arquivamento da PGR sem decisão — advogado; segundo o porta-voz da Presidência (2019) e a CNN (2021), representou Jair Bolsonaro em ação no TRF-1 ligada ao caso Adélio Bispo — extensão e limites em "O que está documentado", item sobre a representação; segundo a PF, recomprou o Rolex nos EUA, o que admitiu publicamente; indiciado pela PF em 2024 por lavagem de dinheiro e associação criminosa; sem denúncia até 14/10/2026

    Em outubro de 2021 a Receita Federal reteve em Guarulhos um conjunto de joias presenteado por autoridades sauditas à comitiva do Ministério de Minas e Energia; outros presentes recebidos por Jair Bolsonaro ou por essa comitiva foram destinados ao acervo privado dele. Segundo a Polícia Federal, parte desses bens foi levada aos EUA e vendida ou posta à venda em 2022. Depois que o TCU mandou entregá-los, a defesa entregou dois conjuntos à Caixa em 2023; de um relógio Patek Philippe vendido nos EUA, a PF dizia em 2023 não haver indício de recuperação. O relatório final da PF (julho de 2024) indiciou Bolsonaro e outras 11 pessoas. Em 04/03/2026 a PGR promoveu o arquivamento, alegando lacuna legislativa sobre a natureza jurídica desses presentes; o relator no STF devolveu os autos à PGR e, no andamento oficial consultado em 14/10/2026, não havia decisão sobre o arquivamento nem denúncia. Na esfera fiscal, a Receita lavrou o Auto de Infração nº 10814.721675/2026-12, e o relator determinou em 06/10/2026 a intimação de Bolsonaro. Bolsonaro afirmou em 2023 nunca ter praticado ilegalidade, e a defesa sustenta que ele não tinha ingerência sobre os presentes (ver Respostas).

  • Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas — advogado de Flávio Bolsonaro e impetrante do HC 201.965 em favor dele; Queiroz foi preso em 2020 em imóvel dele em Atibaia (SP), e Wassef negou tê-lo escondido (Poder360, 20/06/2020)

    Relatório do Coaf revelado em dezembro de 2018 apontou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 na conta de Fabrício Queiroz, assessor de Flávio Bolsonaro na Alerj. O MPRJ investigou suspeita de devolução de salários de servidores do gabinete e, em outubro de 2020, denunciou Flávio, Queiroz e outras 15 pessoas por organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e apropriação indébita. Em 2021, o STJ anulou a quebra de sigilo bancário e fiscal e declarou o juiz de 1º grau incompetente, com anulação de decisões dele (alcance descrito de modo diferente pelas fontes); o STF anulou quatro relatórios do Coaf e declarou imprestáveis, em relação a Flávio, os elementos colhidos pelo MPRJ. Em 16/05/2022, depois de pedido do próprio MPRJ, o Órgão Especial do TJRJ rejeitou a denúncia por falta de justa causa: ela nunca foi recebida, e não houve julgamento de mérito, condenação ou absolvição. Na esfera cível, o MPRJ move uma ação de improbidade contra ex-assessores do gabinete, em curso. Flávio Bolsonaro nega irregularidades (ver Respostas).

Situação dos procedimentos

Agrupados por natureza. Cada grupo segue regras próprias e não deve ser somado aos outros; o número de procedimentos não indica culpa. A situação mostrada é a desta pessoa em cada procedimento, na data de verificação.

Esfera criminal

Inquéritos, denúncias, ações penais e seus recursos e incidentes. Investigação e denúncia não são condenação.

  • Petição 11.645 (STF) — investigação sobre suspeita de desvio e venda no exterior de presentes de alto valor recebidos de autoridades estrangeiras (caso das joias) Indiciado

    Indiciado pela PF (relatório final n. 1093118/2024, juntado em 05/07/2024) por lavagem de dinheiro ("kit ouro branco") e associação criminosa. Sem denúncia. A PGR promoveu o arquivamento da Pet 11.645 em 04/03/2026; o andamento oficial consultado em 14/10/2026 não registra decisão sobre o pedido. Indiciamento não é acusação formal nem condenação. Imputações conforme o relatório final da PF transcrito no despacho do relator de 18/03/2026. Em 30/06/2026, a pedido da PGR, o relator mandou separar o material da PF sobre os celulares dele em petição autônoma e sigilosa (PET 16.333, segundo certidão do andamento de 02/07/2026), por falta de conexão com o objeto da Pet 11.645.

    Verificado em 14 out. 2026

Cronologia

  1. 8 out. 2026 — Segundo a ConJur (08/10/2026), a 6ª Vara Cível de Brasília negou pedido de Flávio Bolsonaro para remover vídeo que o associava ao caso e o condenou a pagar R$ 8 mil em custas e honorários (processo 0727678-66.2026.8.07.0001). A data da sentença não foi informada; a data aqui é a da reportagem. Decisão judicial

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

  2. 6 out. 2026 — Relator defere pedido da Receita e determina a intimação de Jair Bolsonaro sobre o Auto de Infração nº 10814.721675/2026-12, lavrado pela Receita; a decisão não informa valor nem bens abrangidos. Decisão judicial

    Dossiê: Joias e presentes de governos estrangeiros: Jair Bolsonaro indiciado pela PF, sem denúncia; pedido de arquivamento da PGR sem decisão

    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichap. 1: Ofício nº 51176/2026/MF; "DETERMINO a intimação de JAIR MESSIAS BOLSONARO em relação ao Auto de Infração nº 10814.721675/2026-12"; "Brasília, 6 de outubro de 2026"
    • primáriaPortal do STF — consulta processualfichaandamento de 07/10/2026: decisão monocrática ("Decisão de 6/10/2026")
    • SBT Newsfichatrecho: "para que Bolsonaro seja notificado sobre a lavratura da infração"; a reportagem diz "nesta quarta-feira (7)" (data de registro)
  3. 5 out. 2026 — Foi interposto agravo regimental contra a decisão da Rcl 96.278; em 07/10/2026 os autos estavam conclusos ao relator. A decisão de 29/09/2026 não é definitiva. Fato documentado

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

  4. 29 set. 2026 — O relator, Gilmar Mendes, julgou improcedente a Rcl 96.278 e manteve a quebra dos sigilos da ex-assessora, limitada ao período em que ocupou cargo comissionado na Alerj. Fundamentos: as instâncias ordinárias não estavam esgotadas (agravo de instrumento pendente no TJRJ); o Tema 990 não trata do uso de RIFs em improbidade; o RIF 27.746 foi comunicado espontaneamente e não foi anulado no HC 201.965; e há provas autônomas, como dados funcionais da Alerj e mensagens obtidas na Operação Intocáveis. Decisão judicial

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichapp. 4–5 (instâncias), 6–9 (Tema 990 e RIF 27.746), 10–11 e 22–24 (provas autônomas), 25–26 (dispositivo)
  5. 18 set. 2026 — Diante de novo pedido da Receita (Ofício nº 512/2026), o relator determina que a secretaria do STF envie à Receita cópia dos documentos da investigação (despacho publicado em 21/09/2026). Decisão judicial

    Dossiê: Joias e presentes de governos estrangeiros: Jair Bolsonaro indiciado pela PF, sem denúncia; pedido de arquivamento da PGR sem decisão

  6. 28 ago. 2026 — Relator defere à Receita o compartilhamento de laudos periciais e subsídios técnicos da PF sobre as joias e demais bens que "ingressaram no território nacional sem a devida declaração aduaneira"; a PGR, a favor, afirmou que a investigação "encontra-se encerrada". O pedido de arquivamento continuava sem decisão do relator. Decisão judicial

    Dossiê: Joias e presentes de governos estrangeiros: Jair Bolsonaro indiciado pela PF, sem denúncia; pedido de arquivamento da PGR sem decisão

  7. 2 jul. 2026 — Acolhendo a PGR ("Ausente o interesse criminal na apreensão das joias"), o relator defere o pedido da Receita de transferir a custódia das joias apreendidas, guardadas na Caixa em Brasília, para a Alfândega do Aeroporto de São Paulo, para instruir o procedimento fiscal de perdimento. Decisão judicial

    Dossiê: Joias e presentes de governos estrangeiros: Jair Bolsonaro indiciado pela PF, sem denúncia; pedido de arquivamento da PGR sem decisão

    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichapp. 1–3: pedido da Receita; manifestação da PGR; dispositivo; "Brasília, 2 de julho de 2026"
    • CNN Brasilfichatrechos: "determinou nesta quinta-feira (2) a transferência da custódia"; "apontou não haver mais interesse criminal sobre os objetos"
  8. 30 jun. 2026 — Acolhendo pedido da PGR, o relator manda desentranhar as informações da PF sobre os celulares de Frederick Wassef e autuar petição autônoma e sigilosa, por entender que os fatos "não possuem conexão com o objeto destes autos"; o pedido de arquivamento da Pet 11.645 segue sem decisão. Decisão judicial

    Dossiê: Joias e presentes de governos estrangeiros: Jair Bolsonaro indiciado pela PF, sem denúncia; pedido de arquivamento da PGR sem decisão

    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichap. 5: PGR pediu "desentranhamento" e "autuação de petição própria" (eDoc. 312); "não possuem conexão com o objeto destes autos"; pp. 5–6: dispositivo e data
    • primáriaPortal do STF — consulta processualfichaandamento de 02/07/2026: certidão "Autuada a PET: 16.333 (24192/2026)"
    • Poder360fichatrecho: "A determinação foi assinada na 3ª feira (30.jun.2026), e a nova apuração corre à parte do inquérito original"

Ver os 46 eventos na cronologia →

Respostas e contestações

  • Resposta pública

    20 jun. 2020: Wassef negou ter escondido Queiroz e ser o "Anjo"; disse que seu escritório em Atibaia estava em obras.

    • Poder360fichatrechos: "Não escondi ninguém." / "Não sou o Anjo."
  • Resposta pública

    5 jul. 2024: Disse que comprou o Rolex com recursos próprios para devolvê-lo ao governo e que é alvo por advogar para Bolsonaro.

    • Itatiaiafichatrecho: "passando por tudo isto apenas por exercer advocacia em defesa de Bolsonaro"
  • Resposta pública

    1 jul. 2026: Contesta a validade da busca de 2023 (sem representante da OAB) e nega irregularidades.

Lacunas e limitações

  • Número do procedimento sigiloso aberto em 30/06/2026 e íntegra das decisões de 18-19/03/2026 e 30/06/2026.
  • Conteúdo da manifestação da PGR de 08/10/2026 na Pet 11.645 e decisão de Moraes sobre o arquivamento.
  • Período e natureza da representação: para Jair, a procuração de 06/05/2021 e os autos do mandado de segurança no TRF-1 não foram consultados em fonte oficial (a consulta pública do TRF-1 exige envio de formulário, não realizado), e o fim da representação não foi documentado; para Flávio, nenhuma procuração ou registro processual localizado. Em 2020 Karina Kufa afirmou que só o escritório dela representava o presidente.
  • Grafia: "FREDERICK WASSEF" conferida na decisão do STF de 10/08/2023 (Pet 11.645).
  • Detalhamento do episódio das joias pertence ao dossiê joias-presentes-oficiais.

Histórico

  1. 13 out. 2026 — Criação do registro no piloto documental (pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).
  2. 14 out. 2026 — correção: resumo e conclusões — antes «atuou ... para Jair Bolsonaro» / depois «se apresenta como advogado de Jair Bolsonaro», com a contestação de 2020 — a representação de Jair não tem documento e foi contestada. Situação no inquérito das joias conferida nos andamentos do STF em 14/10/2026.
  3. 14 out. 2026 — correção: resumo — antes «Advogado que atuou para Flávio Bolsonaro (inclusive no caso das "rachadinhas") e que se apresenta como advogado de Jair Bolsonaro. Fabrício Queiroz foi preso em 18/06/2020 em imóvel de Wassef em Atibaia (SP). Em julho de 2024 foi indiciado pela PF no inquérito das joias recebidas pela Presidência, por ter recomprado nos EUA um relógio Rolex depois devolvido à União. Nega irregularidades.» / depois «Advogado que atuou para Flávio Bolsonaro (inclusive no caso das "rachadinhas") e que representou Jair Bolsonaro em ação no TRF-1 ligada ao caso Adélio Bispo, segundo o porta-voz da Presidência (2019) e procuração noticiada pela CNN (2021). Fabrício Queiroz foi preso em 18/06/2020 em imóvel de Wassef em Atibaia (SP). Em julho de 2024 foi indiciado pela PF no inquérito das joias recebidas pela Presidência, por ter recomprado nos EUA um relógio Rolex depois devolvido à União. Nega irregularidades.»; conclusoes[0] — antes «Wassef atuou como advogado de Flávio Bolsonaro e se apresenta como advogado de Jair Bolsonaro (em 2020 outra advogada afirmou representar sozinha o então presidente); Queiroz foi encontrado e preso em imóvel dele em Atibaia em 18/06/2020.» / depois «Wassef atuou como advogado de Flávio Bolsonaro. Representou Jair Bolsonaro em ação no TRF-1 relacionada ao caso Adélio Bispo: o porta-voz da Presidência confirmou a representação em 30/09/2019, e a CNN noticiou procuração de 06/05/2021 juntada aos autos em 13/05/2021. Em 2020 outra advogada, Karina Kufa, afirmou que só o escritório dela representava o então presidente. Queiroz foi encontrado e preso em imóvel de Wassef em Atibaia em 18/06/2020.» — a representação de Jair passa a ser descrita pelo ato documentado (ação no TRF-1), não pela autodeclaração. Decisão em docs/decisoes-editoriais/wassef-jair.md. interno · fora da versão pública
  4. 14 out. 2026 — Resumo e conclusões ajustados para descrever a representação de Jair Bolsonaro pelo ato documentado (ação no TRF-1 ligada ao caso Adélio Bispo), com a declaração contrária de 2020 atribuída.
  5. 14 out. 2026 — Foto oficial com licença livre acrescentada (crédito na página).
  6. 14 out. 2026 — Acrescentada filiação partidária (PL) com fontes oficiais (pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).