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Rede de relações

Fabrício Queiroz

PL Partido Liberal · última filiação documentada · antes: PTB (até 2024)

Foto de Fabrício Queiroz — Foto do registro de candidatura a deputado estadual (RJ), eleições de 2022 (arquivo FRJ190001603221_div.jpg do TSE)
Foto do registro de candidatura a deputado estadual (RJ), eleições de 2022 (arquivo FRJ190001603221_div.jpg do TSE). Foto: Tribunal Superior Eleitoral (foto enviada pelo candidato no registro de candidatura) (2022) — origem · CC BY (licença do conjunto de dados "Candidatos - 2022" do Portal de Dados Abertos do TSE)

Nome completo: Fabrício José Carlos de Queiroz

Policial militar reformado do Rio de Janeiro. Foi assessor do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj até outubro de 2018, quando relatório do Coaf sobre movimentação atípica em sua conta deu origem à investigação do MPRJ conhecida como caso das "rachadinhas". Jair Bolsonaro declarou conhecê-lo desde 1984. Em 2024 disputou vaga de vereador em Saquarema (RJ) pelo PL, sem ser eleito.

Auditada — pronta para revisão humana em 14 out. 2026 — Envolvimentos conferidos até onde há fonte aberta (TJRJ; processos sigilosos). Pendências: data de nomeação, acórdão do STJ, situação da improbidade. Evidências pendentes conferidas em 14/10/2026 (todas em comparada; docs/auditoria/evidencias-conferencia-grupo4.md).

Última conferência: 13 out. 2026 · Situação editorial: Revisão de fontes

Esta ficha documenta separadamente (A) o envolvimento criminal registrado e (B) a relação com integrantes da família. Uma relação documentada não demonstra, por si só, conhecimento ou participação em crimes.

A. Envolvimento criminal e situação processual

  • Arquivado

    Denunciado pelo MPRJ, com Flávio Bolsonaro e outras 15 pessoas, por peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e apropriação indébita (caso das "rachadinhas" na Alerj); segundo reportagens (RBA com base em O Globo, 05/11/2020; Poder360 com base na Folha, 27/02/2025), a denúncia o apontava como operador do esquema.

    Denúncia oferecida em 19/10/2020 e rejeitada pelo Órgão Especial do TJRJ em 16/05/2022 (processo 0072696-34.2020.8.19.0000), por falta de justa causa, a pedido do próprio MPRJ, depois que o STJ e o STF anularam as provas; segundo a nota do TJRJ, a rejeição não impede o retorno das investigações. Nunca houve recebimento da denúncia, condenação ou absolvição. Segundo o Poder360 (27/02/2025), recursos do MPRJ foram negados no STF em 26/02/2025. Conferência de 14/10/2026: nota oficial do TJRJ relida e preservada; o processo corre em segredo de justiça e a consulta processual do TJRJ não carregou no navegador embutido; nenhuma reportagem localizada noticia retomada da ação penal.

    Procedimento: tjrj-oe-denuncia-0072696-34-2020

    Verificado em 14 out. 2026

  • Decisão anulada

    Prisão preventiva cumprida em 18/06/2020 (Operação Anjo), em imóvel do advogado Frederick Wassef em Atibaia (SP), e busca e apreensão de dez/2019 — atos depois anulados.

    Em 09/11/2021 a 5ª Turma do STJ (4 a 1) declarou nulas as decisões do juiz de 1ª instância por incompetência, o que alcançou a ordem de prisão de Queiroz e a busca de dez/2019, segundo a CNN (09/11/2021), relida em 14/10/2026. O acórdão do STJ não foi lido. Anulação de atos não é absolvição.

    Procedimento: stj-rhc-135206

    Verificado em 14 out. 2026

    • Poder360fichasubtítulo: "Estava na casa do advogado de Flavio"; "foi preso preventivamente na manhã desta 5ª feira (18.jun.2020) em Atibaia"; "Queiroz foi alvo da operação Anjo"
    • CNN Brasilfichatrechos: "Por 4 votos a 1"; "Está anulada também a decisão que determinou a prisão de Fabrício Queiroz no âmbito da chamada 'Operação Anjo'"; busca de dez/2019 entre as decisões anuladas
  • Outra situação (ver ficha)

    Réu, segundo reportagem, em ação civil por improbidade administrativa ajuizada pelo MPRJ em 2023 contra ex-assessores do antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj (2ª Vara da Fazenda Pública do Rio). Ação cível, não criminal.

    Segundo o ICL Notícias (29/09/2026), a ação foi ajuizada pelo MPRJ em 2023 na 2ª Vara da Fazenda Pública e "todos os assessores agora são réus"; número do processo não informado; fonte única. Conferência de 14/10/2026: consulta processual do TJRJ não carregou; reportagem do Correio Braziliense (29/09/2026) sobre decisão do STF em reclamação de outra ex-assessora não menciona a ação de improbidade. Sem julgamento de mérito localizado. Ação cível, não criminal.

    Procedimento: tjrj-acp-improbidade-ex-assessores-gabinete-flavio

    Verificado em 14 out. 2026

    • ICL Notíciasfichatrecho: "Todos os assessores agora são réus por improbidade administrativa."; Queiroz listado entre ex-assessores com sigilo quebrado

B. Relação com a família

  • Flávio Bolsonaro — Nomeação ou trabalho em gabinete/governo (Profissional, continuada)

    Queiroz foi assessor do gabinete de Flávio Bolsonaro, então deputado estadual, na Alerj; o TJRJ o identifica como "ex-assessor" do senador. Segundo reportagens, foi exonerado em outubro de 2018 (15 ou 16/10, conforme a fonte); a data de nomeação não foi localizada em documento oficial. Flávio e Queiroz afirmaram que ele tinha autonomia para indicar assessores (Metrópoles, 09/06/2019). Em nota de 22/01/2019, a defesa de Queiroz disse que ele pediu a nomeação de duas familiares de Adriano Magalhães da Nóbrega no gabinete (JB). As acusações e a situação processual estão no envolvimento da ficha de Queiroz.

    Depois que os fatos vieram a público: Em 01/09/2024, Flávio gravou vídeo pedindo votos para Queiroz, candidato do PL a vereador em Saquarema (RJ), e disse que ele foi alvo de perseguição (Metrópoles, 01/09/2024).

  • Jair Bolsonaro — Relação pessoal documentada (Pessoal, recorrente)

    Segundo a Agência Brasil (08/12/2018), Jair Bolsonaro disse ser amigo de Queiroz desde 1984. Na mesma ocasião, após o relatório do Coaf, declarou: "Em outras oportunidades eu já o socorri financeiramente" e "Foram, na verdade, dez cheques de R$ 4 mil", e disse que deixou os valores com a esposa. Queiroz confirmou a versão de um empréstimo de R$ 40 mil pago em dez parcelas (Metrópoles, 09/06/2019). Vínculo indireto: uma filha de Queiroz esteve lotada como secretária parlamentar no gabinete de Jair na Câmara de 19/12/2016 a 14/10/2018, segundo dados da Câmara citados pelo Estado de Minas. A continuidade desde 1984 se apoia apenas na declaração de Jair.

    • TNH1 (republicação de Agência Brasil)fichaparáfrase: amigo de Queiroz desde 1984; trechos: "Em outras oportunidades eu já o socorri financeiramente." / "Foram, na verdade, dez cheques de R$ 4 mil." / "Deixei para a minha esposa."
    • Metrópolesfichaparáfrase: Queiroz confirmou, em entrevista ao SBT, o empréstimo de R$ 40 mil quitado em dez parcelas de R$ 4 mil
    • Estado de Minasfichalotação de 19/12/2016 a 14/10/2018, secretária parlamentar, segundo a Câmara

O que os documentos permitem concluir

  • Queiroz foi assessor do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj até outubro de 2018 e, por escrito, admitiu ao MPRJ que recolhia parte do salário de outros funcionários do gabinete (segundo reportagem de 2019); afirmou ter usado os valores em negócios e no pagamento de assessores externos, versão que os promotores disseram não estar comprovada.
  • Queiroz declarou ter pedido a nomeação da mãe e da então esposa de Adriano Magalhães da Nóbrega no gabinete de Flávio; Flávio atribuiu a ele a responsabilidade por essas contratações.
  • A acusação criminal contra Queiroz no caso das "rachadinhas" não chegou a ser recebida: foi rejeitada em 16/05/2022 após a anulação das provas; não há condenação nem absolvição.
  • Jair Bolsonaro declarou em 2018 que já havia socorrido Queiroz financeiramente e que recebeu de volta dez cheques de R$ 4 mil, valores que disse ter deixado com a esposa; uma filha de Queiroz esteve lotada no gabinete de Jair na Câmara de dez/2016 a out/2018, segundo dados da Câmara citados pela imprensa.
  • Depois de os fatos virem a público, Flávio Bolsonaro pediu votos para Queiroz na eleição municipal de 2024.

O que não foi demonstrado

  • Não há decisão judicial que reconheça a prática de crime por Queiroz: a denúncia foi rejeitada sem exame de mérito.
  • Não foi localizada, nas fontes lidas, comprovação documental do empréstimo de R$ 40 mil que Jair Bolsonaro declarou ter feito a Queiroz.
  • Não há decisão judicial, nas fontes lidas, sobre quem sabia que Queiroz estava no imóvel de Wassef em Atibaia antes da prisão.

Cargos e mandatos

  1. Assessor parlamentar no gabinete do deputado estadual Flávio Bolsonaro — Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro

    ? – out. 2018 · Data de início não confirmada em fonte lida. Exoneração registrada como 15/10/2018 ou 16/10/2018, conforme a fonte.

    • Jornal de Brasíliafichatrecho: "Queiroz já não era oficialmente funcionário do hoje senador desde 16 de outubro"
    • Estado de Minasfichatrechos: "exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro no dia 15 de outubro deste ano"; nota do gabinete: "No dia 16 de outubro de 2018, a pedido, ele foi exonerado"; "cargo em comissão de Assessor Parlamentar III"
  2. Candidato a vereador (não eleito; 1º suplente do PL) — Câmara Municipal de Saquarema (RJ) (PL)

    2024 – 2024

Dossiês relacionados

  • Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas — ex-assessor do gabinete (Assessor Parlamentar III, exonerado em outubro de 2018); denunciado pelo MPRJ em 2020 e apontado pela denúncia como operador (denúncia rejeitada em 2022, sem ter sido recebida); preso preventivamente em 2020; corréu na ação de improbidade do MPRJ, segundo a decisão do STF na Rcl 96.278

    Relatório do Coaf revelado em dezembro de 2018 apontou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 na conta de Fabrício Queiroz, assessor de Flávio Bolsonaro na Alerj. O MPRJ investigou suspeita de devolução de salários de servidores do gabinete e, em outubro de 2020, denunciou Flávio, Queiroz e outras 15 pessoas por organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e apropriação indébita. Em 2021, o STJ anulou a quebra de sigilo bancário e fiscal e declarou o juiz de 1º grau incompetente, com anulação de decisões dele (alcance descrito de modo diferente pelas fontes); o STF anulou quatro relatórios do Coaf e declarou imprestáveis, em relação a Flávio, os elementos colhidos pelo MPRJ. Em 16/05/2022, depois de pedido do próprio MPRJ, o Órgão Especial do TJRJ rejeitou a denúncia por falta de justa causa: ela nunca foi recebida, e não houve julgamento de mérito, condenação ou absolvição. Na esfera cível, o MPRJ move uma ação de improbidade contra ex-assessores do gabinete, em curso. Flávio Bolsonaro nega irregularidades (ver Respostas).

Situação dos procedimentos

Agrupados por natureza. Cada grupo segue regras próprias e não deve ser somado aos outros; o número de procedimentos não indica culpa. A situação mostrada é a desta pessoa em cada procedimento, na data de verificação.

Esfera criminal

Inquéritos, denúncias, ações penais e seus recursos e incidentes. Investigação e denúncia não são condenação.

Esfera cível, administrativa e de controle

Ações de improbidade, processos administrativos, disciplinares e auditorias. Não são processos criminais.

Cronologia

  1. 8 out. 2026 — Segundo a ConJur (08/10/2026), a 6ª Vara Cível de Brasília negou pedido de Flávio Bolsonaro para remover vídeo que o associava ao caso e o condenou a pagar R$ 8 mil em custas e honorários (processo 0727678-66.2026.8.07.0001). A data da sentença não foi informada; a data aqui é a da reportagem. Decisão judicial

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

  2. 5 out. 2026 — Foi interposto agravo regimental contra a decisão da Rcl 96.278; em 07/10/2026 os autos estavam conclusos ao relator. A decisão de 29/09/2026 não é definitiva. Fato documentado

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

  3. 29 set. 2026 — O relator, Gilmar Mendes, julgou improcedente a Rcl 96.278 e manteve a quebra dos sigilos da ex-assessora, limitada ao período em que ocupou cargo comissionado na Alerj. Fundamentos: as instâncias ordinárias não estavam esgotadas (agravo de instrumento pendente no TJRJ); o Tema 990 não trata do uso de RIFs em improbidade; o RIF 27.746 foi comunicado espontaneamente e não foi anulado no HC 201.965; e há provas autônomas, como dados funcionais da Alerj e mensagens obtidas na Operação Intocáveis. Decisão judicial

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

    • primáriaSupremo Tribunal Federalfichapp. 4–5 (instâncias), 6–9 (Tema 990 e RIF 27.746), 10–11 e 22–24 (provas autônomas), 25–26 (dispositivo)
  4. 15 jun. 2026 — Uma ex-assessora do antigo gabinete ajuizou no STF a Reclamação 96.278 contra a quebra de seus sigilos bancário e fiscal, determinada na ação de improbidade administrativa nº 0936679-63.2023.8.19.0001, movida pelo MPRJ na 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital. Fato documentado

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

  5. 6 abr. 2026 — Em entrevista ao podcast Inteligência Ltda., Flávio Bolsonaro negou irregularidades e afirmou nunca ter respondido criminalmente pelo caso, segundo o Correio Braziliense. Declaração registrada

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

  6. 26 fev. 2025 — Segundo o Poder360 e a Gazeta do Povo (27/02/2025), com base na Folha de S.Paulo e em O Globo, o relator no STF, Gilmar Mendes, negou dois recursos do MPRJ que buscavam reabrir o caso: um por não envolver norma constitucional, outro por tratar do foro, questão considerada superada. Também teria registrado que o MPRJ não demonstrou interesse processual, porque as anulações não impediriam nova denúncia. Os processos estão em segredo de justiça; classe e número não foram confirmados. Decisão judicial

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

    • Poder360ficha"4ª feira (26.fev.2025)"; trecho: "não impediriam que o órgão oferecesse nova denúncia"; "As informações são do jornal Folha de S.Paulo"
    • Gazeta do Povofichaparáfrase: MPRJ não demonstrou "interesse processual"
  7. 17 abr. 2023 — O vice-presidente do STJ, Og Fernandes, admitiu recurso extraordinário do MPRJ contra o acórdão do RHC 135.206 e o remeteu ao STF, segundo a ConJur. O número do recurso no STF não foi localizado. Decisão judicial

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

  8. 16 mai. 2022 — O Órgão Especial do TJRJ rejeitou a denúncia por falta de justa causa, sem recebê-la, depois que o próprio Ministério Público pediu a extinção da denúncia. Segundo o TJRJ, a peça se apoiava em elementos reconhecidos como ilícitos pelo STJ, e a rejeição não impede o retorno das investigações. Decisão judicial

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj: denúncia rejeitada em 2022 após anulação de provas

Ver os 19 eventos na cronologia →

Respostas e contestações

  • Manifestação da defesa

    22 jan. 2019: Em nota da defesa, Queiroz afirmou ter solicitado a nomeação da esposa e da mãe de Adriano da Nóbrega por solidariedade à família.

  • Manifestação da defesa

    2019: Em manifestação escrita ao MPRJ, Queiroz admitiu recolher parte do salário de funcionários do gabinete e disse ter usado os valores em negócios e no pagamento de assessores externos; afirmou ter autonomia para nomear assessores.

    • Metrópolesfichatrecho atribuído: "que recolhia parte do salário dos demais funcionários do gabinete"
  • Resposta não localizada na pesquisa

    14 out. 2026: Manifestação de Queiroz ou de sua defesa sobre a ação de improbidade administrativa (ajuizada em 2023, segundo o ICL Notícias) não localizada. Procurada em: ICL Notícias (29/09/2026), Correio Braziliense (29/09/2026) e busca web em 14/10/2026.

Lacunas e limitações

  • Data de nomeação de Queiroz no gabinete de Flávio na Alerj não confirmada em documento oficial (Diário Oficial/Alerj não consultado; busca web de 14/10/2026 só achou "abril de 2007" em reportagem do InfoMoney, não aberta). Data de exoneração (15 ou 16/10/2018) só em reportagens.
  • Íntegra da denúncia de 2020 e dos acórdãos (STJ, STF, TJRJ) não lida; processos sob segredo de justiça.
  • Reportagens de 2018/2019 sobre 21 cheques de Queiroz e da esposa para Michelle Bolsonaro (Crusoé, Folha) não foram abertas; o valor total não é registrado aqui.
  • Nomeação de Queiroz como subsecretário de Segurança e Ordem Pública de Saquarema (jan/2025): reportagens localizadas (Poder360, Folha PE) não foram lidas e o Diário Oficial municipal não foi consultado.
  • Situação atual da ação de improbidade (2ª Vara da Fazenda Pública) e lista oficial de réus: consulta processual do TJRJ não carregou em 14/10/2026.

Histórico

  1. 13 out. 2026 — Criação do registro no piloto documental (pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).
  2. 14 out. 2026 — correção: conclusão sobre os cheques — antes «dez cheques de R$ 4 mil depositados para Michelle Bolsonaro» / depois «valores que disse ter deixado com a esposa» — a fonte não informa a conta de depósito. Retirada de respostas a entrada "Soldado do Bolsonaro" (slogan de campanha, não resposta a fatos); respostas 3→3 com tipo; envolvimentos conferidos em 14/10/2026.
  3. 14 out. 2026 — correção: envolvimento[0] — antes «Denunciado pelo MPRJ, com Flávio Bolsonaro e outras 15 pessoas, por peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e apropriação indébita (caso das "rachadinhas" na Alerj); a denúncia o apontava como operador do esquema.» / depois «Denunciado pelo MPRJ, com Flávio Bolsonaro e outras 15 pessoas, por peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e apropriação indébita (caso das "rachadinhas" na Alerj); segundo reportagens (RBA com base em O Globo, 05/11/2020; Poder360 com base na Folha, 27/02/2025), a denúncia o apontava como operador do esquema.» — a denúncia (sigilosa) não foi lida; o papel de "operador" passa a ser atribuído às reportagens. interno · fora da versão pública
  4. 14 out. 2026 — Conferência de evidências (grupo 4): atribuição explícita às reportagens na descrição da denúncia de 2020; reportagens sobre prisão, anulação, recursos de 2025, cargo e candidatura relidas.
  5. 14 out. 2026 — Revisão editorial assistida (pendente de aprovação humana) (grafia): «Fabrício José Carlos de Queiroz» confirmado em fonte oficial — decisão do STF na Rcl 96.278 (29/09/2026, p. 2, caixa mista) e voto do relator no HC 201.965 (p. 13, «FABRÍCIO JOSÉ CARLOS DE QUEIROZ»). O TSE registra a mesma sequência de nomes em maiúsculas sem diacríticos (convenção do sistema), sem divergência de letras. Lacuna retirada e pendência removida do motivo da auditoria; antes: «Grafia: a sequência "Fabricio Jose Carlos de Queiroz" foi conferida no TSE (maiúsculas, sem diacríticos) e o acento de "Fabrício" na nota oficial do TJRJ; o acento de "José" não foi conferido em fonte oficial.».
  6. 14 out. 2026 — Acrescentada filiação partidária (PTB, PL) com fontes oficiais e foto do registro de candidatura de 2022 (TSE, dados abertos, licença CC BY) (pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).