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Declaração · Pandemia, saúde pública e vacinação · Economia, trabalho e políticas sociais

Em pronunciamento em rede nacional, Jair Bolsonaro diz que o efeito colateral das medidas contra o coronavírus "não pode ser pior do que a própria doença"

Jair Bolsonaro · 31 mar. 2020 · Pronunciamento do presidente da República em cadeia nacional de rádio e televisão, na noite de 31/03/2020 · Brasília · Cadeia nacional de rádio e TV · Situação editorial: Revisão de fontes

Auditada — pronta para revisão humana em 14 out. 2026 — Texto conferido na transcrição da Agência Brasil (original não consultado). Pronta para revisão não significa aprovação.

Revisão editorial assistida por IA em 14 out. 2026 — pendente de aprovação humana

Registro em revisão de fontes; não publicado.

“O efeito colateral das medidas de combate ao coronavírus não pode ser pior do que a própria doença. A minha obrigação como presidente vai para além dos próximos meses. Preparar o Brasil para a sua retomada, reorganizar nossa economia e mobilizar todos os nossos recursos e energia para tornar o Brasil ainda mais forte após a pandemia.”

Transcrição publicada por veículo — original não consultado · transcrição de Agência Brasil, 31/03/2020

Outras fontes:

  • Agência Brasilficha§ 1: “O efeito colateral das medidas de combate ao coronavírus não pode ser pior do que a própria doença. [...] após a pandemia.”; §§ 4–6 (OMS) e § 9 (hidroxicloroquina)

Contexto

Antes da fala: Segundo a Agência Brasil, o presidente chamou a pandemia de "maior desafio da nossa geração" e voltou a enfatizar a necessidade de medidas para preservar empregos.

Entre as medidas citadas no pronunciamento estão o auxílio mensal de R$ 600 a trabalhadores informais e vulneráveis e a entrada de cerca de 1,2 milhão de famílias no Bolsa Família (segundo a Agência Brasil).

Depois da fala: O presidente citou fala do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, sobre pessoas que precisam trabalhar todos os dias e acrescentou: "Não me valho dessas palavras para negar a importância das medidas de prevenção e controle da pandemia, mas para mostrar que da mesma forma precisamos pensar nos mais vulneráveis". Segundo a agência (paráfrase), ele também disse que a hidroxicloroquina "parece eficaz" contra o novo coronavírus, mas que ainda não há vacina ou remédio com eficiência cientificamente comprovada. A mesma reportagem registra que, naquele dia, Tedros publicou nas redes, sem citar o presidente brasileiro, que pessoas sem renda merecem ter a dignidade garantida e pediu políticas de proteção econômica.

Por que importa

Pronunciamento oficial do presidente da República, em rede nacional, sobre a relação entre medidas sanitárias e economia na pandemia.

Esclarecimentos e retratações

Nenhum esclarecimento ou retratação localizado na pesquisa.

Dossiês relacionados

Limitações

  • Vídeo e transcrição oficial da Presidência não consultados: as páginas de pronunciamentos e discursos de 2019–2022 no portal do Planalto exigiam login em 14/10/2026, e a Biblioteca da Presidência estava "em manutenção".
  • A fala de Tedros Adhanom citada no pronunciamento (entrevista de 30/03/2020) não foi conferida em transcrição da OMS.
  • O relatório final da CPI da Pandemia (fonte senado-cpi-pandemia-relatorio-final-2021) não pôde ser reaberto em 14/10/2026: o download no servidor do Senado passou a exibir uma "verificação de segurança", que não foi contornada; não se conferiu se e onde o relatório trata desta fala.

Histórico

  1. 14 out. 2026 — Registro criado no Lote 4, Grupo B (pandemia; economia, educação e ciência). Pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes.